sábado, 13 de setembro de 2014
Resultado do IX Simpósio Pedagógico – SIMPED / AEDB-RJ
A Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Dom Bosco – FFCLDB - e o Centro de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão - CPGE, mantidos pela Associação Educacional Dom Bosco – AEDB, promoveu de 02 a 04 de setembro de 2014, o IX Simpósio Pedagógico – SIMPED - com o tema Transculturalidade e Transdisciplinaridade: diálogos e desafios, cujo objetivo, foi propiciar aos profissionais e pesquisadores da área de educação, estudantes de graduação e pós-graduação, a oportunidade de cooperação e o intercâmbio no que diz respeito a estudos, pesquisas e experiências, congregando instituições educacionais e outras afins, em nível nacional.
O tema central oportunizou diferentes pesquisas em sub-temas como: Práticas Educativas Contemporâneas; Reflexões sobre a avaliação transdisciplinar; Formação de Professores: pensamento transdisciplinar em transformação; Leitura e Transdisciplinaridade: intercomunicando múltiplos saberes; Políticas de Identidade transcultural: Raça, Sexo, Etnia e intervenção social na educação;
Educação Ambiental e transversalidade; O ensino de Língua e a transculturalidade; Escola e diversidade no III milênio: discutindo realidades da inclusão escolar.
A Comissão Científica soberana em suas decisões considerou os seguintes critérios na aprovação dos trabalhos que trouxe a belíssima cidade de Resende, pesquisadores da PUC-MG, UFJF-MG, AMAM-RJ, UERJ, UFRRJ, UNIABEU, Secretaria de Educação da Cidade do RIO de JANEIRO, e outros de diferentes estados do país:
1 – Relevância e pertinência do estudo;
2 – Desenvolvimento da problemática anunciada;
3 – Consistência e rigor na abordagem teórico-metodológica e na argumentação;
4 – Interlocução com a produção da área;
5 – Conclusões fundamentadas;
6 – Referências adequadas.
Dentro da programação do SIMPED já se tornou um evento a parte, a Visita Técnica e Cultural, em locais de relevância sócio-cultural, neste ano levando os participantes a Penedo e Academia Militar das Agulhas Negras. Nesse contexto, os filhos dos pesquisadores que os acompanham nessa trajetória, encontram uma recepção calorosa e acolhedora.
ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DOM BOSCO - AEDB:
Sra. Maria Sylvia Simon Esteves.
FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DOM BOSCO:
Prof. Ms. Antonio Carlos Simon Esteves.
COORDENAÇÃO DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO:
Profa. Silvia Maria Simon Esteves Mariotti – Coordenadora.
Abaixo a publicação e o comentário do Blog da FAETERJ Itaperuna-RJ.Acesso em (http://faeterji.blogspot.com.br/2014/09/faeterj-itaperuna-apresenta-trabalho-no.html).
Foto: (Da esquerda) Profª Érica Fernandes Costa Duarte – Mediadora da Sala Verde, Prof. Alexsandro Rosa Soares – FAETERJ Itaperuna, Profª Carollini Silva Thomaz Graciani – Associação Dom Bosco, Profª Kátia Ariane da Silva – PUC/MG e Profª Christiane Maria Costa Carneiro Penha – UNIVERSO/RJ
De 02 a 04/09/2014 aconteceu, na Associação Educacional Dom Bosco - AEDB, em Resende/RJ, O IX Simpósio Pedagógico e Pesquisas em Educação (SIMPED), com o tema: “Transculturalidade e Transdisciplinaridade: diálogos e desafios.”
Na oportunidade, a FAETERJ Itaperuna, participou com o artigo do professor Alexsandro Rosa Soares, intitulado: PEDAGOGIA – DA DEFASAGEM À ASCENSÃO: uma análise socioeducativa sobre o papel do Pedagogo como profissional do século XXI.
O trabalho apresenta uma análise sobre o papel da Pedagogia como ciência da área de humanas no universo globalizado atual, pautando-se na função do pedagogo sob um viés histórico, enquanto profissional aliado ao empreendedorismo global e como gestor democrático no espaço escolar.
O professor buscou, neste artigo, um novo olhar – instituinte de interesse e de valorização – para a profissão de Pedagogo, na perspectiva de uma (re)significação da ideia errônea de que a Pedagogia é somente uma ciência voltada exclusivamente para o ensino escolar.
Comissão Organizadora:
Prof.ª Doutoranda Érica Fernandes Costa Duarte - Coordenação Geral,
Prof.ª Ms. Alice Kulina Simon Esteves,
Prof.ª Ms. Ângela Maria Campos da Silvas de Oliveira,
Adm. Julia Beatriz Matos Simon Esteves,
Prof. Ms. Luiz Sérgio Pereira Sarahyba,
Prof. Ms. Pedro Aldo Rabanal Ramirez,
Prof. Ms. Sueli Sardinha Guedes.
Comissão Científica
:
Prof.ª Dr.ª Bertha de Borja Reis do Valle (UERJ),
Prof.ª Dr.ª Darisa L. de Matos Gravina (AEDB),
Prof.ª Dr.ª Mara Regina Lemes de Sordi (UNICAMP),
Prof. Dr. Marcos Cotrim Barcellos (AEDB),
Prof.ª Dr.ª Maria da Conceição V. Fonseca (AEDB),
Prof.ª Dr.ª Maria Cristina Tavares de M. Danelon (AEDB),
Prof.ª Dr.ª Mirian Paura Sabrosa Zippin Grinspun (UERJ),
Prof.ª Dr.ª Mônica da Silva Boia (AEDB),
Prof.ª Dr.ª Nilza Magalhães Macário (AEDB) – Presidente,
Prof. Dr. Pedro Paulo de Souza (AEDB),
Prof. Ms. Rosel Ulisses S. e Vasconcelos (AEDB),
Prof.ª Dr.ª Valéria Marques de Oliveira (UFRRJ),
Prof.ª Doutoranda Vera Lúcia da Silva Almeida (AEDB/UNISO).
Secretária Geral:
Camila Alves de Souza.
Estagiária da Coordenação de Educação:
Stefany Cunha Pereira de Souza.
Relações Públicas:
Ocimar da Silva.
Assessoria de Imprensa:
Virgínia Calaes.
Projeto Gráfico:
Núcleo Integrado de Comunicação AEDB.
ADEB Instituição Maior. Acesso em http://www.aedb.br/
EXTECAMP - Escola de Extensão da Unicamp.
Confira os destaques dos cursos da Extecamp.
Inscrições abertas: Gestão de Produtos, Gestão de Recursos Humanos e Gestão de Negócios -
A Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp oferece três cursos na área de gestão para público com nível superior completo.
Novos cursos: Desenvolvimento de roteiros para mídias digitais e Criação de Storyboards.
O Instituto de Artes abre inscrições para dois novos cursos. Sob coordenação do Prof. Edson de Prado Pfutzenreuter, os dois cursos possuem carga horária de 24 horas e serão oferecidos nas salas de aulas da Unicamp.
Gestão de processos industriais - curso de especialização, 360 horas com inscrições até dia 02/10
A Faculdade de Engenharia de Alimentos abre inscrições para seu curso de especialização - modalidde extensão universitária em Gestão de Processos Industriais até dia 02/01/14.
Gestão Estratégica da Inovação Tecnológica – Inscrições Abertas.
O Departamento de Política Científica e Tecnológica - DPCT - da UNICAMP promove, em 2015, a 8ª edição do Curso de Especialização em Gestão Estratégica da Inovação Tecnológica, coordenado pelo Prof. Dr. Ruy Quadros.
Tópicos contemporâneos em biologia celular e biologia tecidual em vertebrados, novo curso do Instituto de Biologia
O IB – Instituto de Biologia da Unicamp, sob coordenação da Prof. Dr. Sarah Arana oferece ao público um novo curso de extensão com inscrições abertas até dia 15 de agosto de 2014.
Gestão da cadeia de suprimentos e logística, últimos dias para fazer sua inscrição
Curso de especialização do LATL encerra inscrições em 27 de julho de 2014.
FÁRMACOS DE USO HUMANO E VETERINÁRIO, nova especialização do Instituto de Química abre inscrições até dia 25 de agosto
O curso de especialização em FÁRMACOS DE USO HUMANO E VETERINÁRIO – modalidade extensão universitária, possui como principal objetivo a formação complementar e interdisciplinar de profissionais que atuem nas áreas de farmácia, química, biologia, veterinária e áreas afins.
Instituto de Economia abre novas turmas para cursos de especialização: Economia financeira, Marketing Organizacional e Gestão e estratégia de empresas -
As três especializações - modalidade extensão universitária encerram as inscrições na primeira semana de julho.
Técnicas de melhoria da gestão dos estoques, curso nível médio com inscrições até dia 18 de agosto.
O principal objetivo do curso é permitir que seus participantes possam melhorar a forma com que é decidida a quantidade de unidades em estoque que a empresa deve manter para cada um dos seus produtos. Mais informações sobre esses e outros cursos em
http://www.extecamp.unicamp.br/noticias.asp
Fórum Nacional: Ensino Superior Particular Brasileiro.
Inscrições: 16º FNESP - Fórum Nacional: Ensino Superior Particular Brasileiro. Saiba mais em http://semesp1.tempsite.ws/fnesp16/inscricao/inscricao1.php
Jornal da Educação - Publicação do Instituto de Pesquisas e Administração da Educação.
Características de um bom gestor:
Não existe uma fórmula pronta para se tornar um bom gestor. Cada situação pede características diferentes e próprias do negócio que dificilmente poderão ser utilizadas em outros ramos. Mas, existem dois pontos imprescindíveis para uma gestão adequada: paixão por aquilo que se faz e capacidade de resiliência.
Ter paixão pelo negócio é imprescindível para vencer as barreiras diárias e principalmente para motivar a equipe. Uma pessoa que não acredita e não defende o projeto no qual faz parte não consegue enfrentar todas as barreiras, o que reflete diretamente na produtividade.
Outro ponto importante, a resiliência, é a capacidade de se adaptar a diversas situações mesmo que adversas. Em cada situação e até mesmo nas mudanças de equipe, deverá ocorrer adaptação na postura do profissional, de forma que não haja prejuízo nos processos de trabalho.
Outras características que devem ser priorizadas pelos bons gestores são:
1. Capacidade de mediar e resolver conflitos;
2. Iniciativa e pró-atividade;
3. Autoconfiança;
4. Capacidade de reter talentos;
5. Delegar o operacional;
6. Estar atento às inovações e mudanças do mundo, e saber aplicar essas inovações ao cotidiano da empresa e ao seu campo de atuação;
7. Controle;
8. Aprendizagem Contínua.
(Orientação técnica a partir de estudo de Ricardo M. Barbosa, diretor executivo da Innovia Training & Consulting e consultor em Gestão de Projetos).
Inglês Sem Fronteiras tem prazo prorrogado:
O Ministério da Educação prorrogou até as 12h da próxima segunda-feira (15/09) o prazo para as inscrições nos cursos presenciais gratuitos de inglês, do Programa Inglês sem Fronteiras.
O prazo terminaria ontem (11/09). As inscrições são feitas exclusivamente pela internet no site (http://isfaluno.mec.gov.br/). São oferecidas 6.045 vagas, em 43 universidades federais, a estudantes de nível superior - graduação, mestrado ou doutorado - com matrícula ativa nas universidades federais credenciadas como núcleos de línguas. Precisa ser estudante ativo no curso My English, cuja inscrição tenha sido validada até 48 horas antes da inscrição no núcleo de línguas, e ter concluído até 90% do total de créditos da carga horária do curso. Terão prioridade os alunos de graduação de cursos das áreas do Programa Ciência sem Fronteiras: ciências exatas, matemática, química e biologia, engenharias, áreas tecnológicas e de saúde. Também podem concorrer às vagas os estudantes que tenham concluído até 80% da carga horária total do curso em andamento, bem como bolsistas ou ex-bolsistas do Programa Jovens Talentos para a Ciência, de qualquer curso de graduação. O Inglês sem Fronteiras foi lançado em dezembro de 2012, com o objetivo de melhorar o nível de proficiência dos estudantes em inglês e aumentar a participação no Programa Ciência sem Fronteiras, que oferece bolsas de estudo em universidades estrangeiras.
Trote estudantil com constrangimento pode virar crime:
A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 7609/14, do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), que tipifica como crime a conduta de constranger alguém a participar de trote estudantil.
O trote costuma marcar o ingresso de estudantes no ensino superior e, em alguns casos, no ensino médio. Segundo o deputado, "milhares de jovens foram vítimas de represálias, agressões e bullying por se recusarem a participar de atividades constrangedoras e hoje ainda não existe uma norma penal específica que defina a conduta de trote estudantil". O projeto acrescenta artigo ao Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40). Pela proposta, a pena para o crime será de detenção, de um a três anos, e multa. Se da conduta resultar lesão corporal grave, a pena será de reclusão de 10 a 20 anos. Caso resulte em morte, a pena subirá para 12 a 30 anos. A proposta foi apensada ao PL 1494/11, do deputado Junji Abe (PSD-SP), que tipifica o crime de intimidação vexatória (bullying).
EXPEDIENTE:
Publicação diária do Instituto de Pesquisas e Administração da Educação (enfoca os principais acontecimentos que ocorrem no Brasil e no Mundo na área educacional, sendo as matérias aprofundadas nos Informativos (mensais) e Revistas especializadas (bimestrais) também editadas pelo IPAE ).
Exemplares arquivados na Biblioteca Nacional de acordo com Lei nº 10.944, de 14 de dezembro de 2004 (Lei do Depósito Legal).
ISSN (International Standard Serial Number) nº 0104-9895 conforme registro no Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia - IBICT (Centro Brasileiro do ISSN), vinculado ao Ministério de Ciência e Tecnologia.
Editora do Instituto de Pesquisas e Administração da Educação cadastrada no ISBN (International Standard Book Number) sob o nº 85927 conforme registro na Biblioteca Nacional.
Reprodução permitida desde que citada a fonte.
Editor Responsável - João Roberto Moreira Alves.
Edição e Administração:
Instituto de Pesquisas Avançadas em Educação:
Av. Rio Branco, 156 - Conjunto 1.926 - CEP 20040-901 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil.
FICHA CATALOGRÁFICA:
Jornal da Educação – Ano 1 – nº 1 (fevereiro de 1995) – Rio de Janeiro – Instituto de Pesquisas e Administração da Educação (diário)
1. Direito à educação – periódico. I – Instituto de Pesquisas e Administração da Educação – CDU 37.011.001.4.
Acesso em http://www.ipae.com.br
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Mercado Editorial e Transmídia: Novos negócios do Conteúdo: Instituto Gênesis / PUC-RIO.
Instituto Genesis
Objetivo:
Indicar modelos de negócios no campo da literatura, conteúdo produzido para diversas mídias e apresentar oportunidades de desenvolvimento de novos produtos no segmento. Saiba mais sobre outros cursos do Instituto Gênesis.
Público Alvo:
Profissionais de produção editorial, comunicação, design, marketing, estudantes de literatura e outros que pretendam atuar ou empreender no setor de publicações e de conteúdo para diversas mídias. O curso é estruturado para o desenvolvimento de novos negócios.
Carga Horária:
75 horas.
Programa:
Módulo I: Panorama do mercado editorial;
O mercado editorial no Brasil e no mundo: estrutura, processos, principais empresas atuantes neste mercado, informações sobre vendas;
Os desafios do livro no mercado brasileiro;
Ecossistema da Cultura;
Grandes editoras: fusões, aquisições, como opera o mercado;
Mercado cultural e sustentabilidade: hábitos de consumo, tendências;
O processo na produção editorial e as carreiras do setor: produção editorial;
Aquisição de catálogos no Brasil e no exterior;
Módulo II: Negócios digitais, Marketing e Direitos Autorais;
Mundo digital: lançamentos de e-books, tablets, transmídia, novas formas de comercialização;
Marketing no mercado editorial: estratégias de divulgação;
Do papel ao cinema (o negocio da compra e venda de direitos para cinema e TV);
Distribuição: histórico e tendências físico x virtual;
Direito autoral: padrão de contratos, royalties etc .
Literatura comercial: estratégias de vendas, principais títulos e perfil editorial;
O mercado das feiras literárias;
Pão de forma: uma feira que aposta no artesanal;
Autopublicação:
Módulo III: Produção Editorial;
Produção Gráfica | José Jardim;
Arte da Capa | Leo Iaccarino;
O segmento da tradução e da revisão;
Livrarias: de pequenas lojas às megastores;
Editoras de médio e pequeno porte: o modelo artesanal: vantagens e desvantagens;
Escritas de memória e biografias no Brasil;
Módulo IV: Transmídia;
Panorama do segmento transmídia;
A interface com o audiovisual no Brasil e no mundo:
Estratégias de vendas no mercado Transmídia;
Teoria e prática do storytelling;
Módulo V: Empreendedorismo e Trajetória profissional;
Empreendedorismo: trajetória profissional e planejamento de vida;
Pesquisa de setor;
Atitude Empreendedora;
Leis de incentivo, captação de recursos e editais;
Planejamento de Negócios;
Banca de avaliação de pesquisas e projetos;
Coordenação de Conteúdo:
Bruno Zolotar é diretor do Grupo Editorial Record e responsável pelo planejamento de marketing de 11 editoras pertencentes ao grupo. É graduado em Propaganda pela UFF, com MBA em Marketing, Administração, Produção Editorial e Marketing Digital. Tem mais de 10 anos de experiência em marketing e vendas, além de atuar como professor em diversos cursos de pós-graduação.
Coordenação-executiva:
Leo Feijó é jornalista com passagens por O Globo e Jornal do Brasil, além de articulador no campo da economia criativa, gestor de espaços culturais e gerente de projetos no Instituto Gênesis da PUC-Rio há cinco anos. Lançou “Rio Cultura da Noite: uma história da noite carioca” pela Casa da Palavra em 2014.
Corpo Docente:
Entre os professores e palestrantes estão Bruno Zolotar (Panorama, Inovação, Eventos e Tendências), Sônia Machado Jardim (presidente do SNEL, o Sindicato Nacional dos Editores de Livros), Carlo Carrenho, do Publish News (Grandes editoras: fusões, aquisições, como opera o mercado), Sergio França (Mundo digital: lançamentos de e-books, tablets, transmídia, novas formas de comercialização), Ana Luiza Beraba (O negocio da compra e venda de direitos para cinema e TV), Martha Ribas, fundadora da Casa da Palavra (Grupo Leya), Ana Lima e Calos Andreazza (O processo na produção editorial e as carreiras do setor: produção editorial, aquisição de catálogos no Brasil e no exterior, tradução, revisão/Literatura comercial: estratégias de vendas, principais títulos e perfil editorial ), Ana Claudia Maia, da Xeriph (Distribuição), Helioza Daou (Intrinseca), aulas sobre direito autoral: padrão de contratos, escritas de memória e biografias no Brasil, o modelo de negócio das livrarias, com Rui Campos (Livraria da Travessa), Eduardo Spohr (Autopublicação), Marcos Ferreira, da Mobcontent (Estratégias de vendas no mercado Transmídia), a experiência daEstante Virtual; aulas com Adilson Xavier, ex-FCB (Teoria e prática do storytelling), o pesquisador Miguel Jost, mestre e doutor em estudos de literatura pela PUC-Rio (Ecossistema da Cultura); o editor Júlio Silveira, da Ímã Editorial, que fala sobre a cadeia do livro no cenário digital, entre outros professores e profissionais com experiência de mercado; Raquel Gontijo, sócia no empreendimento A Bolha Editora e uma das realizadoras da feira Pãodeforma, fala sobre os desafios do mercado editorial independente; O eixo de planejamento de negócios e carreiras terá Karen Soares, a doutora em Psicologia Clínica Sandra Korman (PUC-Rio) e o consultor Daniel Abadi Orlean (Plano de Negócios), entre outros.
Certificado:
O aluno que preencher satisfatoriamente os quesitos frequência e aproveitamento terá direito a certificado.
Informações adicionais em
http://www.cce.puc-rio.br/sitecce/website/website.dll/folder_curso?nCurso=mercado-editorial-e-transmidia
Psicanálise: formação e atuação profissional.
A Sociedade Brasileira de Psicanálise Contemporânea, também identificada pela sigla SOBRAPSICO, é uma instituição que possui personalidade jurídica, registrada no Cartório de Pessoa Jurídica do 3º Ofício de Justiça da comarca de Nilópolis, RJ. Com caráter de Associação Privada, a SOBRAPSICO foi fundada com o objetivo de popularizar e promover a Psicanálise nas diversas esferas da sociedade brasileira, contextualizando o saber psicanalítico, integrando-o aos demais saberes, teorias e ciências contemporâneas.
A proposta da SOBRAPSICO é facilitar o acesso da população ao atendimento psicanalítico, formando Psicanalistas éticos, com conteúdo e bem capacitados para a prática de suas atividades, que possam atuar como promotores de educação, saúde e qualidade de vida, trabalhando em seus consultórios particulares, clínicas, hospitais ou ainda em escolas, ONGs e outras instituições da rede pública ou privadas.
A SOBRAPSICO visa integrar a Psicanálise como disciplina da saúde, facilitando o diálogo inter e multidisciplinar que beneficia tanto os indivíduos que buscam tratamentos, mas também às instituições e a sociedade como todo.
A SOBRAPSICO, mantém a Escola de Psicanálise Contemporânea, e, através dela, oferece cursos de Formação Psicanalítica nas modalidades Presenciais e à Distância, com base no Tripé "Teoria, Supervisão e Análise" e, em conformidade com o Decreto n.º 2.208 de 17/04/97 que Regulamenta a LEI Nº 9394/96, DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL, capacitando pessoas para o exercício de atividades profissionais remuneradas como Psicanalistas, de acordo com a Classificação Brasileira de Ocupações n.º 2515-50 do Ministério do Trabalho e Emprego. As formações oferecidas pela SOBRAPSICO são de caráter livre e incluídas na categoria de EDUCAÇÃO PROFISSIONAL e independe de autorização dos órgãos regulamentadores da educação para serem oferecidos.
Através de convênios e parcerias educacionais com Instituições de Ensino Superior nos diversos estados brasileiros, a SOBRAPSICO poderá oferecer, paralelamente, cursos de Extensão e Pós-Graduação na área da Psicanálise e afins, visando a melhor formação, preparo e constante atualização de seus membros e alunos.
DIRETORIA:
PRESIDENTE:
DAVID JANSEN PINHEIRO PECIS:
Psicólogo & Psicanalista, inscrito no CRP-RJ 41228;
Formação Psicanalítica;
Pós-Graduado em Teoria Psicanalítica com ênfase em Prática Clínica e Institucional;
Pós-Graduado em Saúde Mental e Práticas Terapêuticas;
Professor do Curso de Graduação em Psicologia da Faculdade de Ciências Médicas e Paramédicas Fluminense (SEFLU);
Membro do Conselho Brasileiro de Psicanálise sob CBPRERJ 01201/RJ;
Membro da Associação Brasileira de Saúde Mental;
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6352762862083523
VICE-PRESIDENTE:
MARCELO RODRIGUES BELLIENY:
Psicólogo Clínico, inscrito no CRP-RJ 42429.
SECRETÁRIA:
THAIANA DOS SANTOS OUVERNEY:
Pedagoga e Pós-Graduada em Gestão de Pessoas.
TESOUREIRA:
TATIANE DOS SANTOS OUVERNEY PECIS:
Psicóloga Clínica e Organizacional, inscrita no CRP-RJ 40429.
OUTROS CURSOS
ACONSELHAMENTO TERAPÊUTICO -
RELAXAMENTO TERAPÊUTICO -
HIPNOSE TERAPÊUTICA -
TERAPIA FLORAL -
FITOTERAPIA.
SOBRE A PSICANÁLISE:
A Psicanálise é ao mesmo tempo, um método investigativo da mente humana, uma teoria que explica o comportamento humano e uma técnica psicoterapêutica idealizada e fundamentada pelo Médico Neurologista Dr. Sigmund Freud (1856-1939). Inicialmente chamada de "a cura pela fala", consiste essencialmente em evidenciar o significado inconsciente das palavras, das ações, das produções imaginárias (sonhos, fantasias, delírios...) de um sujeito, baseando-se principalmente nas associações livres, que são a garantia da validade da interpretação, sobretudo as expressas pelos chamados "atos falhos" e, pode estender-se para produções humanas, às quais não se dispõe de associações livres. Podemos dizer que a Psicanálise é um conjunto de teorias psicológicas e psicopatológicas em que são sistematizados os dados obtidos através do método psicanalítico de investigação e utilizado como forma de tratamento. A aceitação de processos psíquicos inconscientes, o reconhecimento da ação dos mecanismos de defesa do EGO e a consideração da sexualidade e do complexo de Édipo para a formação da personalidade humana são os conteúdos principais da Teoria Psicanalítica e as bases de sua aplicação na clínica. É considerado Psicanalista, o indivíduo que apresentar sólidos conhecimentos da Teoria Psicanalítica, bem como pleno domínio da Técnica Psicanalítica e comprovada habilidade para o emprego da Psicanálise na área Clínica e como forma de Terapia.
A PSICANÁLISE CONTEMPORÂNEA:
A Psicanálise comemorou recentemente um século de existência. Nestes 100 anos, acompanhando as modificações que se processaram em todas as áreas científicas e no pensamento humanístico em geral, também a Psicanálise sofreu, e vem sofrendo, profundas transformações, a ponto de, na atualidade, se comparada com os tempos pioneiros de Freud, não exageramos ao dizer que ela está quase irreconhecível. Isso se deve não só ao crescimento do número de correntes psicanalíticas, cada uma delas com concepções contestadoras, inovadoras ou ampliadoras, mas também pelo fato de que cada uma delas também vem passando por sucessivas mudanças, desde suas formulações originais.
Assim, talvez possa servir de exemplo, a forma como a escola Kleiniana concebeu inicialmente o problema da "inveja" na teoria e técnica da Psicanálise e como é hoje: para M. Klein, mais precisamente à partir de 1957, a inveja primária é sinônimo de "pulsão de morte", de sorte que ela é inata, e, independentemente de alguma frustração externa, o bebê já nasce devotando um ódio ao "seio materno", que ele vivencia como sendo "mau". Essa postulação metapsicológica seguindo o princípio de que toda mudança teórica é seguida de uma mudança técnica, e vice-versa, acarretou para as gerações de Analistas Kleinianos, uma forma de analisar que consistia primordialmente em encarar as manifestações transferenciais à partir desse vértice da "inveja primária", ou seja, de ataques sádicos-destrutivos contra as fontes geradoras de alimentos (mãe no passado, analista no presente), seguidos de culpas, medo de uma retaliação persecutória, necessidade de reparações, etc. Embora haja bastante respaldo nesta perspectiva, ela pecava pelo excesso e quase exclusivismo dessa abordagem na prática clínica, não raramente adicionando no analisando mais culpas e sentimentos de desqualificação do que aquelas que ele já carregava. Os próprios autores Kleinianos, como Rosenfeld (1986), foram modificando essa tese relativa à Inveja Primária e, na atualidade, os analistas seguidores de M. Klein, conservam tudo aquilo que de importante e útil está contido nos postulados dela, porém não mais prosseguem levando ao pé da letra aquela atitude na situação analítica de "caçador dos indícios da agressão e da inveja do paciente". Existe agora uma maior abertura para trabalhar com inúmeros outros aspectos da personalidade do analisando, principalmente à partir das inovadoras concepções de Bion, a tal ponto que aquela referida atitude anterior na forma de encarar e interpretar o analisando, hoje, não passa de uma caricatura.
Essas transformações na Psicanálise, é evidente, processam-se tanto na metapsicologia e na teoria, como também na técnica e prática clínica, até mesmo porque todos estes quatro aspectos estão intimamente relacionados entre si, um influenciando o outro. No entanto, parece-me que as mudanças na prática clínica são mais lentas e tímidas, pelo menos, como aparecem nas manifestações públicas dos analistas, talvez pelo fato de que os princípios técnicos são transmitidos de geração à geração de Psicanalistas, na maioria das vezes influenciadas pela presença vigilante de um "Super-Ego Psicanalítico" representado pelas instituições responsáveis que, por sua vez, necessariamente, também estão presas ao peso de uma tradição secular.
De uma forma altamente esquemática, creio que a Psicanálise pode ser dividida em 3 períodos, com os seus respectivos paradigmas mais característicos: 1) A Ortodoxa, 2) A Clássica e 3) A Contemporânea.
A Psicanálise Ortodoxa, que caracteriza aquela que foi praticada por Freud e algumas gerações de seguidores, privilegiava mais o aspecto da investigação dos processos psíquicos, sendo que esta foi uma das razões porque os sonhos constituíam o que de mais precioso o paciente poderia trazer para o analista, e a análise desses sonhos ocupava um exame longo e meticuloso de cada detalhe. O enfoque da análise era quase que exclusivamente centrado nos proibidos desejos edípicos, reprimidos no inconsciente. O objetivo terapêutico precípuo nestes primeiros tempos consistiam unicamente na remoção dos sintomas, sendo que à partir de W. Reich (1933) o objetivo da análise também começou a ficam extensivo ao que este autor denominava "couraça caracterológica". As análises eram de duração mais curta, enquanto as regras técnicas eram muito mais rígidas, de sorte que uma análise ortodoxa era praticada com 6 sessões semanais. O grande mérito do analista consistia na sua capacidade de decodificar as manifestações simbólicas, sendo que o paradigma da cura repousava em 3 princípios formulados por Freud: 1) O neurótico sofre de reminiscências e a cura consiste em rememorá-las (teoria do "trauma psíquico"); 2) tornar consciente o que é inconsciente (teoria topográfica); e 3) onde houver o ID o Ego deve estar (teoria estrutural).
O período da Psicanálise Clássica coincide com a abertura de novas correntes de pensamento Psicanalítico, diferenciadas dos postulados Freudianos. Possivelmente como uma forma de criar e preservar uma identidade própria para a Psicanálise, existia uma diferença bem mais rígida do que a que existe atualmente entre Psicanálise e Terapia Psicanalítica. Na literatura psicanalítica começa a transparecer a presença de uma crescente e forte valorização dos aspectos referentes ao desenvolvimento emocional primitivo. Em consequência disso, ficou alargado o espectro de categorias clínicas consideradas "analisáveis", abarcando, inclusive, pacientes em condições psicóticas. O foco do maior interesse do analista passou a ser o da interpretação das emoções arcaicas, relações objetais parciais e fantasias inconscientes, com as respectivas ansiedades e defesas primitivas. Por parte do analista, este período clássico evidenciava uma ênfase interpretativa nos sentimentos agressivos do paciente ligados ao "instinto de morte". As análises passaram a ser de duração bem mais longa, com uma menor rigidez nas regras técnicas, com a redução do número de sessões para 5 semanais e, posteriormente em alguns centros para 4 sessões semanais. O período clássico conservou a regra virtualmente absoluta de que só teriam um valor "verdadeiramente psicanalítico" as interpretações unicamente dirigidas à "neurose de transferência". A contra-transferência passou a ganhar um merecido espaço de valorização, assim apontando para os primórdios da Psicanálise baseada na relação transferencial e contra-transferencial. No entanto, de certa forma, ela recaiu num extremo oposto de que tudo aquilo que o analista sentisse seria literalmente sempre resultante de identificações projetivas do paciente. Havia uma intensa restrição à introdução de qualquer "parâmetro técnico" - termo de Eissler (1953) que designa qualquer modificação de combinação do setting clássico como mudança de hora possibilidade de um uso concomitante de algum psicofármaco, etc.
A Psicanálise contemporânea, por sua vez prioriza os vínculos emocionais e relacionais de amor, ódio e conhecimento, que permanentemente permeiam a dupla analítica. O modelo utilizado para essa inter-relação analítica guarda semelhança (o que não quer dizer igualdade) com aquele que caracteriza a primitiva relação da mãe com seu bebê e vice-versa; assim, os psicanalistas atribuem uma importância bem mais significativa à influência da mãe real, no psiquismo da criança. Da mesma maneira, é cada vez maior a crença de que a "pessoa real" do analista exerce uma marcante influencia na evolução da análise. O leque de analisabilidade, incluindo pacientes bastante regressivos, ficou mais ampliada, sendo que o conceito de "analisabilidade" (que inicialmente leva em conta os antecipados aspectos de diagnóstico e prognóstico) começa a ceder lugar aos critérios de "acessibilidade" (alude, mais do que ao diagnóstico clínico, à motivação e à capacidade de o paciente permitir, ou não, um acesso ao seu inconsciente). Começa a haver um menor rigor nos limites entre Psicanálise e Psicoterapia Psicanalítica, o estilo interpretativo do analista adquire um tom mais coloquial, sendo que a inclusão de eventuais parâmetros técnicos é encarada com mais naturalidade muito particularmente o aspecto que se refere ao uso simultâneo de psicotrópicos. A análise das funções do Ego, incluídas aquelas que pertence ao consciente, ocupam um interesse bem maior por parte dos psicanalistas. Cresce de forma significativa um enfoque nos transtornos narcisistas da personalidade e, da mesta forma, começa a ganhar corpo a análise de "autismo psicogênico", tanto em crianças com autismo secundário como em certos casos de adultos neuróticos. A Psicanálise começa a abrir as portas para outras ciências, como a linguística, a teoria sistêmica, as neurociências, a psicofarmacologia, etologia etc. Em relação aos critérios de formação dos psicanalistas o pêndulo contemporâneo inclina-se nitidamente para uma "formação pluralista", ou seja, para a recomendação de que o Psicanalista conheça os postulados das diversas escolas de Psicanálise e, à partir dessas, juntamente com sua experiência de Análise Pessoal e de Supervisões, construa a sua formação, de forma livre e coerente com seu jeito autêntico de ser.
Um bom critério para medir as principais transformações da Psicanálise é aquela que leve em conta a prática clínica, ou seja, que enfoque aqueles aspectos que podem ser considerados como agentes eficazes de verdadeiras mudanças terapêuticas.
(ZIMERMAN, David E. Fundamentos Psicanalíticos: Teoria, Técnica e Clínica. Porto Alegre: Artmed, 1999. Capítulo 4 - Psicanálise Contemporânea.)
REGULAMENTAÇÃO:
Tanto no Brasil quanto nos demais países do mundo, a Psicanálise é exercida livremente (não é regulamentada), contudo é regida por critérios éticos bastante rígidos e bem definidos. No nosso caso, no Brasil, seu exercício se dá de acordo com o artigo 5.º, incisos II e XIII da Constituição Federal. Sobre a legalidade da prática profissional psicanalítica, acrescenta-se ainda o Parecer do Conselho Federal de Medicina, Processo Consulta 4.048/97 de 11/02/98. Parecer 309/88 da Coordenadoria de Identificação Profissional do Ministério do Trabalho. Parecer n.º 159/2000 do Ministério Público Federal e da Procuradoria da República do Distrito Federal, e Aviso n.º 257/57, de 06/06/1957, do Ministério da Saúde, este último como marco histórico. A Psicanálise é uma ocupação reconhecida pelo Ministério do Trabalho Brasileiro, sendo classificada como parte da Família Ocupacional 2515 (Psicólogos e Psicanalistas), registrada sob a CBO (Classificação Brasileira de Ocupações) n.º 2515-50, definida como atividade de profissionais que: estudam, pesquisam e avaliam o desenvolvimento emocional e os processos mentais e sociais de indivíduos, grupos e instituições, com a finalidade de análise, tratamento, orientação e educação; diagnosticam e avaliam distúrbios emocionais e mentais e de adaptação social, elucidando conflitos e questões e acompanhando o(s) paciente(s) durante o processo de tratamento ou cura; investigam os fatores inconscientes do comportamento individual e grupal, tornando-os conscientes; desenvolvem pesquisas experimentais, teóricas e clínicas e coordenam equipes e atividades de área e afins.
FORMAÇÃO DO PSICANALISTA:
Não existe Faculdade de Psicanálise, de modo que tal formação é fornecida na forma de Cursos Livres, de Capacitação ou mesmo Especialização, inseridos na categoria de Educação Profissional, em conformidade com o Decreto n.º 2.208 de 17/04/97 que Regulamenta a LEI Nº 9394/96, DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL. Existem diversas Escolas de qualidade no Brasil que zelam pelos princípios Éticos, pelos valores Psicanalíticos e oferecem o Curso de Formação em Psicanálise seguindo rígidos padrões de qualidade, e indubitavelmente a Escola Metropolitana de Psicanálise é uma dessas. Aqui você aprende de verdade.
OUTRAS INFORMAÇÕES:
1. Não é necessário ser Psicólogo para ser Psicanalista;
2. Não é necessário ter formação superior para ser Psicanalista, apesar de algumas escolas colocarem isso como pré-requisito para o ingresso em seus cursos, não há obrigatoriedade legal para fundamentar essa exigência;
3. Não existe Conselho Federal, nem Regionais de Psicanálise no Brasil, sendo assim, a normatização e regulamentação da atuação dos Psicanalistas ficam a cargo das Sociedades Psicanalíticas, Sindicatos de Psicanalistas ou outras instituições com caráter de Associação de Profissionais na área da Psicanálise, como é o caso da Ordem Nacional dos Psicanalistas;
4. Para ser considerado Psicanalista Clínico é necessário ter sido formado com base no "Tripé Psicanalítico", ou seja, é preciso ter obtido o conhecimento Teórico, ter feito Supervisão Clínica e ter passado por um processo de Análise. Tanto a Supervisão como a Análise devem ser feitas por Psicanalistas, de preferência com profissionais diferentes.
5. Existem diversas Escolas por aí, que oferecem o conteúdo teórico, mas não oferecem nem Supervisão Clínica, nem Análise Pessoal. Isso é muito prejudicial para os alunos que ficam muito mal vistos e, no futuro sentirão na pele o peso por não terem feito uma boa formação. Então, avalie bem antes de empregar seu tempo e seu dinheiro num curso que não irá lhe formar da maneira correta. Em outras palavras, se quer ser um bom profissional, comece fazendo um bom curso de formação.
PARCEIROS
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Simpósio Teológico "Vida Consagrada: desafios e perspectivas nos 50 anos do Concílio Vaticano II".
Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro
Simpósio Teológico "Vida Consagrada: desafios e perspectivas nos 50 anos do Concílio Vaticano II"
Inscrições abertas. Acesse www.faculdadesaobento.org.br
Simpósio Teológico "Vida Consagrada: desafios e perspectivas nos 50 anos do Concílio Vaticano II"
Inscrições abertas. Acesse www.faculdadesaobento.org.br
Desde sua origem, com os primeiros monges do deserto, a vida consagrada sempre esteve muito presente e atuante na Igreja e, com o passar dos anos, este estilo de vida, que sempre motivou pessoas a viverem a radicalidade do evangelho, passou por várias reformas – o que revela a dinâmica da vida eclesial.
Com o objetivo de ressaltar as várias dimensões da missão dos consagrados na Igreja, o Papa Francisco convocou, para 2015, o Ano da Vida Consagrada, cujo início será no próximo dia 30 de novembro, primeiro domingo do Advento, com a conclusão prevista para o dia 2 de fevereiro de 2016, por ocasião do dia da vida consagrada. Neste amplo espaço temporal serão realizadas inúmeras iniciativas com o objetivo específico de aprofundar alguns dos princípios mais relevantes que devem nortear a vida consagrada.
A Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro, dentro desse espírito e dando continuidade à reflexão sobre os cinquenta anos do Concílio Vaticano II, promove esse tema em seu Simpósio Teológico deste ano, quando serão estudados os desafios e perspectivas para a vida consagrada.
O Simpósio, aberto a sacerdotes, religiosos, religiosas e leigos interessados, será realizado nas tardes dos dias 28, 29 e 30 de outubro, de terça a quinta-feira, das 13h15 às 17h, no auditório do Colégio de São Bento, localizado na Rua Dom Gerardo, 68, Centro, Rio de Janeiro. Outras informações podem ser obtidas no site www.faculdadesaobento.org.br ou pelos telefones (21) 2206-8281 e 2206-8310.
Com o objetivo de ressaltar as várias dimensões da missão dos consagrados na Igreja, o Papa Francisco convocou, para 2015, o Ano da Vida Consagrada, cujo início será no próximo dia 30 de novembro, primeiro domingo do Advento, com a conclusão prevista para o dia 2 de fevereiro de 2016, por ocasião do dia da vida consagrada. Neste amplo espaço temporal serão realizadas inúmeras iniciativas com o objetivo específico de aprofundar alguns dos princípios mais relevantes que devem nortear a vida consagrada.
A Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro, dentro desse espírito e dando continuidade à reflexão sobre os cinquenta anos do Concílio Vaticano II, promove esse tema em seu Simpósio Teológico deste ano, quando serão estudados os desafios e perspectivas para a vida consagrada.
O Simpósio, aberto a sacerdotes, religiosos, religiosas e leigos interessados, será realizado nas tardes dos dias 28, 29 e 30 de outubro, de terça a quinta-feira, das 13h15 às 17h, no auditório do Colégio de São Bento, localizado na Rua Dom Gerardo, 68, Centro, Rio de Janeiro. Outras informações podem ser obtidas no site www.faculdadesaobento.org.br ou pelos telefones (21) 2206-8281 e 2206-8310.
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
I Seminário Internacional Inclusão Escolar: práticas em diálogo.
CENTRO DE EDUCAÇÃO E HUMANIDADES - INSTITUTO DE APLICAÇÃO FERNANDO RODRIGUES DA SILVEIRA.
UERJ – CAp-UERJ – de 21 a 23 de outubro de 2014.
APRESENTAÇÃO
O I Seminário Internacional Inclusão Escolar: práticas em diálogo será realizado pelo Instituto
de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira – CAp-UERJ – no período de 21 a 23 de outubro
de 2014, no Campus Maracanã da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Este evento
consiste em uma ação originada no Projeto PRODOCÊNCIA intitulado “Apoio à formação e
capacitação de professores: adequação e elaboração de recursos didático-pedagógicos e
espaço físico na perspectiva da inclusão educacional”, articulada conjuntamente com o Projeto
PIBID Edital nº 61/2013.
Lidar com a inclusão escolar de alunos com necessidades educacionais especiais, assim como
lidar com as demais diferenças culturais, tem sido uma experiência amplamente desafiadora
para as Instituições educacionais, da educação básica ao ensino superior, e para todos os seus
profissionais. Esse desafio necessita ser enfrentado com compromisso político, ética e
competência. E, portanto, faz-se de fundamental importância a garantia de diálogo entre os
sujeitos que se envolvem e se dedicam a lidar com o trabalho pedagógico nesta perspectiva.
Na universidade, comumente se privilegia a reflexão teórica. No entanto, no interior das
escolas, onde a inclusão acontece, faz-se necessário o desenvolvimento de procedimentos,
estratégias e recursos de ensino diferenciados que garantam efetivas aprendizagens pelos
diferentes sujeitos. Acreditamos que o diálogo entre sujeitos de diferentes campos –
universidade, gestão pública e escolas – cria a possibilidade de uma experiência formativa mais
significativa, quebra algumas barreiras do desafio de unir a prática à teoria, dando a
importância devida a ambas. Além disso, torna presentes os princípios éticos e humanísticos,
ao lidarmos com as limitações e desafios institucionais e do sistema de ensino; os limites da
atuação docente; a diversidade humana e as diferenças que sempre estão presentes nas salas
de aula.
O contexto do encontro e do diálogo colabora para uma percepção mais ampla das múltiplas
alternativas que poderão garantir reflexões sobre aspectos como a diferenciação no ensino
que torne efetiva a aprendizagem dos alunos, do mesmo modo que favorece a construção de
um espaço escolar mais a equidade para todos.
OBJETIVOS:
O objetivo dos organizadores do evento é reunir educadores, gestores, licenciandos e
pesquisadores de diferentes espaços de atuação educacional/pedagógica, de forma a
congregar profissionais e interessados na área da inclusão escolar/educação especial desde a
esfera municipal à esfera internacional, para dialogar sobre práticas pedagógicas que vêm
sendo engendradas nos diferentes ambientes, pelos sujeitos, tendo como foco o debate sobre
a inclusão escolar.
COMISSÃO ORGANIZADORA:
Drª. Aline Simas (CAp-UERJ),
Drª. Andrea da Paixão Fernandes (CAp-UERJ),
Drª. Andrea da Silva Marques Ribeiro (CAp-UERJ),
Bárbara Terra Nova (Aluna PPGEB/UERJ),
Drª. Bárbara Balzana M. Pires (CAp-UERJ),
Drª. Claudia Hernandez Barreiros Sonco (CAp-UERJ),
Daniele Emilia Santos Rodrigues (servidor técnico-administrativo PPGEB/UERJ),
Dr. Ilydio Pereira de Sá (CAp-UERJ),
Drª.Jonê Carla Baião (CAp-UERJ),
Drª. Lidiane Aparecida de Almeida (CAp-UERJ),
Dr. Lincoln Tavares Silva (CAp-UERJ),
Luciana de Barros Oliveira (Aluna PPGEB/UERJ),
Msª.Márcia Marin (Colégio Pedro II),
Drª. Maria Beatriz Dias da Silva Maia Porto (CAp-UERJ),
Ms. Miguel Tavares Mathias (CAp-UERJ),
Nathália Chianello (Aluna PPGEB/UERJ),
Drª. Patrícia Braun (CAp-UERJ),
Renata Corrêa Anná (servidor técnico-administrativo PPGEB/UERJ),
Msª. Valéria de Oliveira Silva (Rompendo Barreiras/UERJ).
COMISSÃO CIENTÍFICA:
Drª. Andrea Farias de Castro (IFHT/UERJ),
Drª. Anna Augusta Sampaio de Oliveira (UNESP/Marília),
Drª. Cátia Walter (PROPEd/UERJ),
Drª. Cláudia Cristina Andrade (CAp-UERJ),
Dr. Edson Hely Silva (CAp-UFPE),
Drª. Fernanda Coelho Liberali (PUC-SP),
Dr. Guillermo Arias Beatón - Presidente Cátedra Vygotski - Professor Titular da Faculdade de
Psicologia (Universidade de Havana/Cuba),
Drª. Jacqueline de Fátima dos Santos Morais (FFP/UERJ),
Drª. Juliana Rodrigues Barcellos (CAp-UERJ),
Drª. Leila Regina d’Oliveira Nunes (PROPEd/UERJ),
Drª. Mara Monteiro da Cruz (CAp-UERJ),
Drª. Márcia Denise Pletsch (UFFRJ/Nova Iguaçu),
Drª. Maria da Conceição de Carvalho Rosa (CAp-UERJ),
Drª. Mercês Cunha Mendonça (CEPAE-UFG),
Drª. Mônica de Medeiros Villela (CAp-UERJ),
Drª. Rita Frangella (EDU-UERJ),
Dr. Rogério Neves (ILE-UERJ e Colégio Pedro II),
Drª. Rosana Glat (PROPEd/UERJ).
COMISSÃO DE EDITORAÇÃO:
Msª Débora Lage (CAp-UERJ),
Atílio José Grigoli (CAp-UERJ – técnico-administrativo).
PÚBLICO ALVO:
Professores/as de diferentes instituições de educação básica, estudantes de licenciaturas,
professores/as universitários/as, pesquisadores/as e demais participantes e/ou interessados
em participar de debates sobre os processos de inclusão escolar.
Dias da semana 3ª, 4ª e 5ª feira.
Local: Rua São Francisco Xavier, 524- UERJ Maracanã, Auditório 111.
Período de Realização do Curso de 21 a 23 de outubro de 2014, de 8h às 18h.
Informações gerais em (http://www.cepuerj.uerj.br/app_upload/(PROJETO%20SEMINARIO%20INCLUSÃO%20-%20VERSÃO%20FINAL%20-%20AGOSTO%20-%20Infor…).pdf )
Fonte: UERJ.
Acesso em http://www.cepuerj.uerj.br/desc_eventos.aspx?evento=46
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Coppe lança programa para inclusão de pessoas com deficiência.
A Coppe/UFRJ lançou, dia 28 de agosto, o Programa Coppe Inclusão, cujo objetivo é contribuir para que pessoas com deficiência possam ter acesso ao trabalho na área tecnológica. O Programa foi apresentado na abertura do Workshop Tecnologia, Inclusão e Deficiência – Limites e Possibilidades: Quebrando Mitos, realizado pela Coppe em seu auditório, no Centro de Tecnologia 2 (CT 2) da UFRJ, na Cidade Universitária.
Participaram do workshop o reitor da UFRJ, professor Carlos Levi; o diretor da Coppe/UFRJ, Luiz Pinguelli Rosa; o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento, José Carlos Pinto; o presidente do Conselho Estadual para Política de Integração das Pessoas com Deficiência, Marco Castilho; a diretora do Departamento de Estudos e Pesquisas Médicas e de Reabilitação do Instituto Benjamin Constant, Marcia Nabais; o coordenador da Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (ITCP) da Coppe, Gonçalo Guimarães; e Gleyse Peiter, coordenadora do Laboratório Herbert de Souza de Tecnologia e Cidadania, uma parceria entre a Coppe e o Comitê de Entidades no Combate à Fome e pela Vida (Coep), entre outros convidados.
O Programa Coppe Inclusão reunirá uma série de ações. Uma delas será um curso destinado a qualificar pessoas com deficiência para que elas possam trabalhar em instituições de pesquisa. O curso, com duração de 300 horas, deverá ter início em março de 2015, com aulas teóricas e estágio nos laboratórios da Coppe e na área administrativa da Fundação Coppetec. O ingresso será por seleção pública e a previsão é que as inscrições estejam abertas a partir de outubro deste ano.
Promover a acessibilidade aos laboratórios e salas de aula da Coppe também está entre as ações do Programa Coppe Inclusão, que prevê a adequação das instalações. Também será realizada campanha de sensibilização dos empregados. O programa contará com assessoria de instituições parceiras da sociedade civil, que atuam com pessoas com deficiência.
A inserção no mercado de trabalho sempre foi um desafio para a pessoa com deficiência, que muitas vezes não consegue emprego por falta de oportunidade e de qualificação necessária para função. Por isso, uma das principais iniciativas do programa será a promoção do curso de capacitação, para que pessoas com deficiência possam trabalhar em instituições de ensino e pesquisa, como a Coppe, desempenhando atividades técnicas e/ou administrativas.
Por lei, são destinadas às pessoas com deficiência 5% das vagas de empresas e instituições. Contudo, existe dificuldade para encontrar pessoas habilitadas para exercer as atividades. A legislação estimula a contratação, mas não há programas para qualificar essas pessoas, o que, na prática, dificulta o acesso delas ao emprego. “Há dois anos temos um programa na Fundação Coppetec para recrutar pessoas com deficiência, mas, devido à falta de qualificação, temos dificuldade para contratar”, explica José Carlos Pinto, também diretor-executivo da Fundação Coppetec.
Uma das propostas do programa é utilizar a tecnologia para promover a inclusão tecnológica das pessoas com deficiência. “Nossa intenção é que o Programa Coppe Inclusão seja uma iniciativa contínua e de longo prazo”, afirma José Carlos Pinto.
Fonte: ASSESSORIA DE IMPRENSA DA COPPE.
Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) e as dificuldades de aprendizagem da leitura e escrita. Dentro do contexto escolar.
Devido à grande procura, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro, abre inscrição no dia 25 de agosto para mais uma turma do curso de extensão Dificuldade de leitura-escrita e TDAH na Infância. O público alvo compreende psicólogos e pedagogos.
O curso pretende abordar dois temas atuais do cotidiano escolar que vêm afligindo educadores, pais e crianças: o transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) e as dificuldades de aprendizagem da leitura e escrita. Dentro do contexto escolar, essas duas temáticas coabitam e uma pode mascarar os sinais da outra. Nesse sentido, conseguir identificá-las é fundamental para o planejamento de estratégias interventivas adequadas às reais necessidades da criança, possibilitando, assim, o seu pleno desenvolvimento.
As inscrições podem ser feitas online, no site do Cepuerj (www.cepuerj.uerj.br), até o dia 03 de outubro.
CENTRO DE PRODUÇÃO DA UERJ:
Rua São Francisco Xavier, 524.
Maracanã, Rio de Janeiro, RJ.
1º andar, Bloco A, Sala 1006.
CEP: 20559-900.
Horário de atendimento na recepção: de 2ª a 6ª feira, das 09h às 18h.
Teleatendimento: (21) 2334-0639, de 2ª a 6ª feira, das 09h às 18h
E-mail: (cepuerj@uerj.br).
Facebook: https://www.facebook.com/pages/Cepuerj-Centro-de-Produ%C3%A7%C3%A3o-da-Uerj/1528883990668811?ref=hl
VEJA TAMBÉM.
O Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro abre inscrição para o XVIII Seminário de Psicopedagogia. O evento acontece em comemoração aos 21 anos do Curso de Especialização em Psicopedagogia da Universidade.
O encontro objetiva oferecer um espaço para informação e discussão, contando com a participação de pesquisadores de outros centros do sudeste brasileiro. O público alvo é composto por profissionais de psicopedagogia, psicólogos, pedagogos, profissionais vinculados à educação, fonoaudiólogos, terapeutas educacionais, estudantes de graduação em psicologia, pedagogia e áreas ligadas à educação.
Inscrições de 08/09/2014 a 19/11/2014.
O Curso de Especialização em Psicopedagogia do Instituto de Psicologia da Uerj completa 21 anos, contribuindo para a formação de psicopedagogos através do ensino regular e interfaces como estágios e seminários. O encontro procura oferecer um espaço para informação e discussão contando com a participação de pesquisadores de outros centros do sudeste brasileiro.
Tem o apoio do Centro de Produção da UERJ (CEPUERJ) e do Instituto de Psicologia (IP-UERJ).
Público alvo Profissionais de psicopedagogia, psicólogos, pedagogos, profissionais vinculados à educação, fonoaudiólogos, terapeutas educacionais, estudantes de graduação em psicologia, pedagogia e áreas ligadas à educação. Professores da rede pública e privada do ensino médio e fundamental.
Dias da semana 4ª feira.
Horário:
8h às 18h.
Carga Horária:
8 horas.
Local: Rua São Francisco Xavier, 524 – 10º andar – Bloco F – Auditório 93.
Período: de Realização do Curso 26 de novembro.
Programa: “Neuropsicopedagogia: As Funções Executivas e sua Importância na Aprendizagem”;
“Psicopedagogia: Prática em Formação”;
“Neuropsicologia e Psicopedagogia: Diálogos e Desafios”;
“Dependência ou Autonomia? Uso das Redes Sociais por Adolescentes”;
“Literatura infantil: aspectos didáticos e a formação do leitor”.
Coordenação: Maria das Graças Vasconcelos Paiva.
Docente:
Profª Drª Nayara Graciella Mota Miranda– IP/UERJ;
Profª Drª Maria Lúcia Lemme Weiss;
Profª Marlene Dias P. Pinto – PROALFA/UERJ;
Profª Drª Maria das Graças V. Paiva, IP/UERJ
Doutoranda Luciana Dias Brooking, UFRJ;
Profª Luciene Rocinholi, UFRRJ;
Profª Emmy Uehara, UFRRJ;
Profª Carolina Irrurita, PUC-RIO;
Douglas Azevedo – FCS/PUC-RIO;
Profª Josiane de Souza Soares – PROALFA/UERJ.
Contato E-mail: (espp@uerj.br).
CENTRO DE PRODUÇÃO DA UERJ:
Rua São Francisco Xavier, 524. Maracanã, Rio de Janeiro, RJ.
1º andar, Bloco A, Sala 1006. CEP: 20559-900.
Horário de atendimento na recepção: de 2ª a 6ª feira, das 09h às 18h.
Teleatendimento: (21) 2334-0639, de 2ª a 6ª feira, das 09h às 18h.
E-mail: (cepuerj@uerj.br), site www.cepuerj.uerj.br
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Faculdade e Curso deTécnica Vocal na Casa das Artes de Laranjeiras.
NSTITUTO CAL DE ARTE E CULTURA:
A CAL - CASA DAS ARTES DE LARANJEIRAS, que há 30 anos vem desenvolvendo ininterruptamente o seu CURSO PROFISSIONALIZANTE DE ATOR em nível médio, deu, em 2012, um novo passo no seu processo pedagógico de formação artística e inaugurou a FACULDADE CAL DE ARTES CÊNICAS, abrindo vagas para o CURSO DE GRADUAÇÃO EM TEATRO - BACHARELADO, com ênfase na formação de ator. Maiores informações em www.cal.com.br
III Seminário Nacional de Educação Especial e XIV Seminário Capixaba de Educação Inclusiva.
Tema Geral: “Educação Especial e Política Educacional: Acessibilidade, Atendimento Educacional Especializado e Práticas de Inclusão”.
Data do Evento: 23 a 25 de setembro de 2014.
Período de Inscrições: até o evento (há limites de vagas).
Submissão de trabalhos: prazo encerrado em 31 de julho de 2014.
Local: Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória/ES.
Promoção: Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).
Limite de vagas: 1.000 vagas.
Teatro Universitário da UFES (Foto: Alisson Silva).
Com o objetivo de divulgar e socializar o conhecimento da área de Educação Especial/ Educação Inclusiva com vistas a fomentar políticas públicas, disparar práticas pedagógicas mais democráticas e promover o intercâmbio entre pesquisadores e profissionais da educação e áreas afins, que o Fórum Permanente de Educação Inclusiva do Estado do Espírito Santo (FPEI/ES), o Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão em Educação Especial (NEESP) e o Programa de Pós-Graduação em Educação do Centro de Educação da Universidade Federal do Espírito Santo (PPGE/CE/UFES) organizaram o III Seminário Nacional de Educação Especial, juntamente com o XIV Seminário Capixaba de Educação Inclusiva.
Nossa expectativa é que esse evento colabore ainda mais com a construção da história da Educação/Educação Especial na perspectiva da inclusão de crianças, jovens, adolescentes e adultos com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nos diferentes níveis e modalidades de ensino.
Comissão Organizadora
Coordenação Geral:
Prof.ª Dr.ª Sonia Lopes Victor (UFES).
Comissão Organizadora:
Prof.ª Dr.ª Andressa Mafezoni Caetano (UFES),
Prof.ª Dr.ª Denise Meyrelles de Jesus (UFES),
Prof. Dr. Edson Pantaleão Alves (UFES),
Prof.ª Dr.ª Ivone Martins de Oliveira (UFES),
Prof. Dr. José Francisco Chicon (UFES),
Prof.ª Ma. Keila Cardoso Teixeira (UFES),
Prof.ª Drª. Larissy Alves Cotonhoto (Rede Doctum de Ensino),
Prof.ª Dr.ª Lucyenne Matos da Costa Vieira-Machado (UFES),
Prof.ª Dr.ª Mariangela Lima de Almeida (UFES),
Prof. Dr. Reginaldo Célio Sobrinho (UFES),
Prof. Dr. Rogério Drago (UFES),
Prof.ª Andréa Azevedo de Sá Reis (SEME Linhares),
Prof.ª Conceição Aparecida Corrêa Martins (SEME Cachoeiro de Itapemirim),
Prof.ª Ma. Daniella Cortes Pereira Borges (SEMED Vila Velha),
Prof.ª Dulcinéa Zorzanelli Brumati (SEMED Vila Valério),
Prof.ª Eliane Gonçalves Vasconcelos Schitine (SEME Montanha),
Prof.ª Erondina Miguel Vieira (ABAHSD),
Prof.ª Silvana Maria Silva Lima (SEMED Guarapari),
Prof.ª Ione Aparecida Duarte Santos (SEME Cariacica),
Prof.ª Janne Kely da Silva Toledo Gripp (SEMED Irupi),
Prof. Josirley de Bortoli (SEMED Fundão),
Prof.ª Maria da Penha Costa Benevides França Silva (SEDU/NAAHS),
Prof.ª Ma. Myriam Fernandes Pestana de Oliveira (SEME Vitória),
Prof.ª Kellem Christina Santana José de Almeida (SEMEC Jaguaré).
Prof.ª Lívia Vares da Silveira (SEDU Serra).
Secretaria Executiva:
Vívia Camila Côrtes Porto (UFES),
Amanda Costa Camizão (UFES),
Giselle Lemos Schmidel Kautsky (UFES),
Laís Carla Simeão da Silva (UFES),
Lucas Novaes Santos (UFES),
Michelle Soares Braga de Oliveira Silva (UFES),
Mônica Isabel Carleti Cunha Correa (UFES),
Patrícia Santos Conde (UFES),
Rafaella Mayanne Antunes Calixto (UFES),
Samira Lourenço Machado (UFES).
Comitê Científico:
Prof.ª Dr.ª Sonia Lopes Victor (UFES)
Prof. Dr. Alexandro Braga Vieira (UFES)
Prof.ª Dr.ª Anna Maria Lunardi Padilha (UNIMEP/SP)
Prof.ª Dr.ª Débora Deliberato (UNESP/Marília)
Prof.ª Dr.ª Denise Meyrelles de Jesus (UFES)
Prof. Dr. Eduardo José Manzini (UNESP/Marília)
Prof. Dr. Edson Pantaleão Alves (UFES)
Prof.ª Dr.ª Edna Castro de Oliveira (UFES)
Prof.ª Dr.ª Elizabete Bassani (UFES)
Prof. Dr. Hiran Pinel (UFES)
Prof.ª Dr.ª Ines de Oliveira Ramos Martins (UFES)
Prof.ª Dr.ª Ivanilde Apoluceno de Oliveira (UEPA/PA)
Prof.ª Dr.ª Ivone Martins de Oliveira (UFES)
Prof. Dr. José Francisco Chicon (UFES)
Prof.ª Dr.ª Maria Amélia Almeida (UFSCar/SP)
Prof.ª Dr.ª Maria da Piedade Resende da Costa (UFSCar/SP)
Prof.ª Dr.ª Mariangela Lima de Almeida (UFES)
Prof. Dr. Moisés Queiróz Monteiro (IFES)
Prof. Dr. Reginaldo Célio Sobrinho (UFES)
Prof. Dr. Rogério Drago (UFES)
Prof. Dr. Sadao Omote (UNESP/Marília)
Prof.ª Dr.ª Sonia Mari Shima Barroco (UEM/PR)
Prof.ª Dr.ª Soraia Napoleão Freitas (UFSM/RS)
Prof. Dr. Vítor Gomes (UFES)
Prof. Prof.ª Dr.ª Fabiana Cia (UFSCar/SP).
Outras informações em
http://www.forumcapixaba-ei.com.br/seminarios/seminarios.php
Seminário Prática Pedagógica Inclusiva na Atualidade.
26 de setembro de 2014, sexta-feira.
Local: Auditório Joseph Safra - Instituto APAE DE SÃO PAULO
Rua Loefgren, 2109 - Vila Clementino - São Paulo - SP.
Objetivo do evento: Favorecer reflexão sobre as práticas pedagógicas na rede regular de ensino (pública e privada) e no Atendimento Educacional Especializado (AEE), pautada principalmente na metodologia de projetos e em prol das competências, conhecimentos, habilidades e dos recursos necessários para o desenvolvimento do aluno com Deficiência Intelectual.
Participantes: professores, coordenadores pedagógicos e diretores de escolas públicas e privadas.
Programação:
8h30 – Credenciamento e Boas vindas.
9h10 – Abertura do Evento.
Viviane Périco, fonoaudióloga, especialista em Distúrbios da Comunicação Humana pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Supervisora do Serviço de Apoio à Inclusão Escolar da APAE DE SÃO PAULO.
9h30 às 10h30 – Painel de debates.
9h30 às 10h - Palestra A metodologia de Projetos como recurso de ensino e de aprendizagem na sala de aula.
A descrição do conceito do recurso de aprendizagem. Como a Metodologia de Projetos se contrapõe ao modelo tradicional de educação, destacando as propostas e vantagens dessa metodologia para a educação, principalmente nos dias de hoje. Apresentação de ideias e possibilidades de trabalho dentro da proposta da Metodologia de Projetos visando a Educação Inclusiva.
Carla Helena Fernandes, pedagoga pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), especialização em Psicopedagogia pela Universidade Estácio de Sá, Mestrado em Educação pela UCDB - Universidade Católica Dom Bosco, e Doutorado pelo Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Educação da UNICAMP. Como pesquisadora, se volta ao estudo e investigação da formação inicial e continuada de professores, das concepções e práticas pedagógicas e da inclusão escolar. É professora do Mestrado em Educação da UNIVÁS - Universidade do Vale do Sapucaí, em Pouso Alegre - MG.
10h às 10h30 - Palestra O Atendimento Educacional Especializado para alunos com Deficiência Intelectual: como se dá essa prática?
A experiência do professor, seus objetivos e os recursos pedagógicos mais apropriados para o trabalho com o aluno com Deficiência Intelectual.
Andreia dos Santos Jesus, pedagoga, coordenadora-formadora na Organização Mais Diferenças, atua há 20 anos na formação de professores em Educação Inclusiva.
10h30 às 11h – Coffee break.
11h às 13h – Mesa Redonda: Experiências Inclusivas de alunos com deficiência intelectual nos diferentes cenários educacionais.
Relatos de experiências inclusivas de sucesso, estratégias e recursos utilizados nas práticas.
Sona Khatchig Karamekian, Colégio São José do Maranhão; Maria da Paz Castro - Gunga, Escola da Vila; Railda Lopes da Rocha, Centro Educacional Unificado / Escola Municipal de Ensino Fundamental (CEU/EMEF) Parque Bristol e Luciana da Silva Almeida, Centro de Apoio Pedagógico Especializado (CAPE).
Espaço para discussão.
13h às 14h – Almoço.
14h às 16h - Palestra Como avaliar o aluno com Deficiência Intelectual e definir indicadores que poderão sugerir avanços na aprendizagem?
Conceitos de avaliação e apresentação de algumas estratégias importantes utilizadas com sucesso na avaliação do aluno com Deficiência Intelectual.
Sandra Paula da Silva Batistão, pedagoga pela Faculdade de São Bernardo do Campo e especialização em Deficiência Intelectual e Educação Especial, mestranda em Mudanças Sociais e Políticas Públicas na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP; colaboradora da Universidade Federal do Ceará, tutora do MEC no curso de AEE e integrante da Comissão Executiva do FOPEI (Fórum Permanente de Educação Inclusiva do ABC Paulista). Atua como professora assessora de educação inclusiva da Prefeitura Municipal de Santo André e como docente na Faculdade Instituto Educacional do Estado de São Paulo (IESP) nas disciplinas de Didática e Educação Inclusiva. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva.
16h – Encerramento.
Investimento: Profissionais: R$ 160,00.
Estudantes e APAEs – R$ 130,00.
INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES:
(instituto@apaesp.org.br).
(11) 5080-7007.
Fonte APAE.
Acesso em
http://www.apaesp.org.br/instituto/Cursos/Paginas/Semin%C3%A1rios/Semin%C3%A1rio-Pr%C3%A1tica-Pedag%C3%B3gica-Inclusiva.aspx
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