sábado, 7 de setembro de 2013
Notícias do VIII Simpósio Pedagógico e Pesquisa em Educação - 2013.
APRESENTAÇÃO:
A Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Dom Bosco – FFCLDB - e o Centro de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão - CPGE, mantidos pela Associação Educacional Dom Bosco – AEDB, promoveu de 03 a 05 de setembro de 2013, o VIII Simpósio Pedagógico – SIMPED - com o tema Teoria e Prática na Educação: Com a palavra, o professor, cujo objetivo foi propiciar aos profissionais e pesquisadores da área de educação, estudantes de graduação e pós-graduação, numa perspectiva interdisciplinar, a oportunidade de cooperação e o intercâmbio no que diz respeito a estudos, pesquisas e experiências, congregando instituições educacionais e outras afins, em nível nacional.
A Associação Educacional Dom Bosco - AEDB, oferece um espaço acadêmico que permite aos pesquisadores que participam de seus eventos científicos, o conforto de levar seus familiares e amigos, para um período gratificante de trabalho e lazer. Expor na AEDB a construção de novos saberes é desfrutar de momentos maravilhosos de inclusão, onde é possivel a comunhão, o debate e a divulgação de conhecimentos oriundos do Brasil e do exterior. De acordo com o setor de comunicação social da AEDB,pesquisadores de universidades do Brasil e da Argentina apresentaram trabalhos no VIII Simpósio Pedagógico e Pesquisas em Educação da AEDB. Na abertura do Simpósio na terça-feira, dia 3, às 19h, o público foi presenteado com apresentação teatral “Revisitando as Cantigas Trovadorescas”, dos alunos do 2º ano do curso de Letras, sob a orientação da Profª Judite Grassi. Em seguida, aconteceu a Conferência Magna proferida pela Profª Maria Cristina Danelon, sobre o tema “Teoria e Prática na Educação: com a palavra, o Professor”.
Professores e pesquisadores de Universidades dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Amazônia, Pará e Paraíba, além de um professor da Universidad Nacional de Cordoba, na Argentina, estiveram reunidos no campus da Associação Educacional Dom Bosco – AEDB, para estudos e apresentação de seus de Pesquisas em Educação.
***Do total de 109 artigos inscritos, foram selecionados 81 para apresentação. São eles:RELATO DE EXPERIÊNCIA:
Título: A Música e a Sua Instrumentalização Pedagógia na Educação da Criança
Autores: Manuela Cardoso Martins Eleotério, Christiane Maria Costa Carneiro Penha, Ulisses Lopes Eleotério e Antonio Ricardo Penha.
Título: Adolescente em Conflito com a Lei: um Recorte Sociopedagógico
Autores: Suzi Brum de Oliveira.
Título: Mapeamento da Produção Cultural e das Práticas de Letramento em Três Favelas do Complexo do Alemão
Autores: Profa. Adriana Carvalho Lopes, Ivolanda Magali Rodrigues da Silva.
Título: Educação Ambiental através de Bacia Hidrográfica: Programa Agenda água na Escola uma Parceria do Centro de Referência em Educação Ambiental de Resende- Crear e a Ong Nosso Vale, Nossa Vida.
Autores: Fátima Helena da Fonseca Miranda, José Arlindo Miranda.
Título: Ensino e Aprendizagem a Partir de Projetos de Educação Ambiental: o Caso do Projeto Problematizar e Aprender com Educação Ambiental
Autores: Argemiro Midonês Bastos, Ramofly Bicalho Dos Santos e Sâmia Adriany Uchôa de Moura.
Título: Mergulho e Ideias, Inovação e Ideais
Autores: Valéria Marques, Guilherme H Pereira Filho, Iuri Régis, Vinhaes. Priscila Cerqueira Veras.
Título: Um Relato de Experiência no Desenvolvimento de Materiais Didáticos com Equipes Multidisciplinares
Autores: Antônio Artur de Souza, Fabrícia Burgarelli Guimarães,daniele Oliveira Xavier,césar Urbano de Souza.
Título: O Orientador Pedagógico e a Importância do Registro
Autores: Ana Alice Kulina Simon Esteves Sampaio.
Título: Práticas Pedagógicas Inclusivas na Capacitação Docente
Autores: Christiane Maria Costa Carneiro Penha, Layane Cristine de Souza, Kátia Barbosa da Silva Perez, Antonio Ricardo Penha, Delfim Morais Dos Santos.
Título: “não Tenho Metodologia, Não Sou Alfabetizadora”: Reflexões sobre a Não Leitura e Não Escrita em Alunos do 6º Ano de uma Escola Municipal do Rio de Janeiro.
Autores: Prof.dr. Maria Vitoria Campos Mamede Maia, Prof. Ana Lúcia Bittencourt Barbosa, Prof. Shelle Cristine Goldemberg de Araújo, Priscilla Frazão.
Título: Empreendedorismo em Ensino e Educação
Autores: Edmir Kuazaqui.
Título: A Criança como Protagonista o Uso do Portfólio na Escola de Educação Infantil da Ufrj
Autores: Isabela Pereira Lopes e Flávia do Carmo Bullé.
Título: Cotidiano Escolar e Projeto Político Pedagógicos: Reflexões Críticas no Caminho de uma Educação Cidadã
Autores: Geni de Oliveira Lima.
Título: Do Jogo à Aprendizagem: o Movimento Lúdico nas Aulas de Língua Estrangeira
Autores: William Teixeira Alves.
Título: Estratégias Instrutivas na Docência do Ensino Superior: o Letramento e a Habilidade da Leitura e da Escrita em Cursos de Comunicação Social
Autores: Luis Carlos Bittencourt, Ediana Abreu Avelar.
Título: Jogo Didático Referente Aos Grupos de Invertebrados
Autores: Felipe de Magalhães Castro Dos Santos.
Título: O Drama no Ensino de Língua Inglesa – Leitura Interpretada e Dramatizada da Obra Salomé , de Oscar Wilde
Autores: Profa. Dra. Maria da Conceição Vinciprova Fonseca.
Título: O Ensino das Ciências na Perspectiva Histórico-cultural para os Primeiros Anos do Ciclo
Autores: Marianina Impagliazzo.
Título: Projeto na Medida: Jovens Debatem sobre os Consumo de álcool e Seus Impactos - uma Proposta Medotológica
Autores: Bruno Marcato; Fernanda Ribeiro; Itiana Rochele Pedroso; Vitor Lopes.
Título: Proposição de Mudança no Ensino da Geografia com a Utilização de Imagens de Satélite como Recurso Didático
Autores: Marianina Impagliazzo
Título: UMA PROPOSTA DE ATIVIDADES PARA SEMELHANÇAS DE TRIÂNGULOS UTILIZANDO O GEOGEBRA
Autores: Pedro Carlos Pereira, Thuany Christine Lessa de Azevedo e Robson Mariano da Silva.
Título: Educação, Educadores, Pressupostos e Percepções:o Uso da Educopédia em Sala de Aula
Autores: Nivea Muniz Vieira, Christiane Maria Costa Carneiro Penha e Antonio Ricardo Penha.
Título: O Líder Servidor e o Afeto: Estudo de Caso na Universidade Federal de Rondônia – Unir - Campus de Cacoal-ro
Autores: Diogo Gonzaga Torres Neto, Lindsay de Oliveira Mesquita Torres e Raquel Inácio Sandano.
COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA:
Título: Discussões Didáticas no Cotidiano: a Cerca dos Modos de Pensar e Fazer a Prática Pedagógica
Autores: Patricia Maneschy Duarte da Costa.
Título: Políticas Públicas nas Creches Universitárias. a Escola de Educação Infantil da Ufrj Frente à Resolução Nº 1 do Cne/mec
Autores: Isabela Pereira Lopes.
Título: A Construção de Identidades Raciais e de Gênero
Autores: Mauro Fernandes Dos Santos.
Título: A Cultura Artística como Propiciadora da Vivência da Cidadania
Autores: Vera Rudge Werneck.
Título: A Perspectiva da Educação Ambiental Crítica no Projeto Educar para a Sustentabilidade.
Autores: Denise Rugani Töpke e Mariana Pires Vidal Lopez.
Título: MATEMÁTICA E MEIO AMBIENTE: AÇÕES DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL - UFRRJ
Autores: Pedro Carlos Pereira, André Luiz Reis Batista Sant Anna Berti, Bruno Oliveira Rodrigues, Camila Matos Ferreira Lima, Carolina Gurski Olanda, Charmane Moura da Silva, Grazielle Santiago de Souza, Jéssica Nascimento das Neves, Maiara Navarini Martins, Maira Blanco Martinez Forcato, Marcio Gonçalves Lima, Paula Fernanda Tomaz Xisto, Renan Nunes Santana Neri, Thuany Christine Lessa de Azevedo.
Título: A Vídeo Aula: Reprodução ou Inovação Educacional?
Autores: Eliseu Roque do Espirito Santo.
Título: O Valor da Educação
Autores: Jaqueline Vieira de Aguiar e Mauro Fernandes Dos Santos.
Título: A Influência da Libras na Escrita do Aluno Surdo
Autores: Debora Brandão Marques de Araújo, Thaise Leite Coelho e Suely Cristina de Souza Fernandes Crahim.
Título: ALGUMAS REFLEXÔES SOBRE EDUCAÇÃO INCLUSIVA E MULTICULTURALISMO
Autores: Adriana do Carmo Corrêa Fontes.
Título: Como Seres Avaliados nos Constituímos: a Fuga como Movimento Diante do Processo de Não Aprendizagem
Autores: Maria Vitoria Campos Mamede Maia e Silvia Coimbra.
Título: Desafios na Escola Inclusiva: Contribuições do Psicopedagogo Institucional
Autores: Valéria Marques, Julliana Andrade.
Título: Educação de Idosos Analfabetos e Eja: Pontos e Contrapontos
Autores: Roberta Pereira Rodrigues Marine Cortes e Angelita Pereira Rodrigues Ferraz.
Título: Futsal e Futebol de Cinco: Contribuições para os Desenvolvimentos Motor, Psicológico e Social de Deficiêntes Visuais
Autores: Bruna Nogueira Pereira, Amanda Morais de Araújo, Jonathan de Paula Soares, Luciana Merath de Medeiros, Eduardo Rodrigues.
Título: Libras: a Inclusão de Surdos na Escola Regular
Autores: Andréa Oliveira Almeida e Maria da Conceição Vinciprova Fonseca.
Título: DOIS ENFOQUES SOBRE MODELAGEM APLICADA AO HIV: ESTRATÉGIA DE ENSINO E MÉTODO CIENTÍFICO
Autores: Pedro Carlos Pereira, Mariane Rodrigues Rita e Robson Mariano da Silva.
Título: O Uso de Fotografias da Infância na Prática dos Profissionais de Educação Infantil
Autores: Salgueiro, Maria da Penha de Souza; Celusso, Silvia do Socorro.
Título: Transição para a Vida Adulta dos Jovens Universitários de São Gonçalo e Suas Perspectivas
Autores: Gabriella de Souza Miranda.
Título: A Atuação do Psicopedagogo com Crianças que Qpresentam Baixo Rendimento Escolar, em Sala de Aula.
Autores: Vera Lúcia do Prado Vitoriano e Profa. Orientadora Vera Lúcia da Silva Almeida.
Título: A Contribuição da Psicopedagogia para a Prática Docente – Educação de Jovens e Adultos: Ensino Médio
Autores: Cristina Silva de Oliveira e Profa. Orientadora Vera Lúcia da Silva Almeida.
Título: As Dificuldades de Aprendizagem e a Contribuição do Psicopedagogo
Autores: Maria da Conceição Sousa Cassiano e Profa. Orientadora Vera Lúcia da Silva Almeida.
Título: Cursos de Licenciatura em Artes Ofertados pelo Parfor: Diferencial na Formação de Professores da Educaçâo Básica?
Autores: Eder Alonso Castro.
Título: Educação Superior e o Lúdico: uma Combinação Possível.
Autores: Profª Drª Maria Vitória Campos Mamede Maia, Beatriz Galdino Rocha e Jeniffer Caroline Rodrigues Fuly.
Título: O Lúdico como Metodologia e Prática na Formação de Professores
Autores: Maria Vitoria Campos Mamede Maia, Maria Isabel Luna Simões Hallak e Fernanda Novaes Pinto.
Título: O Lúdico como Recurso Pedagógico no âmbito Escolar
Autores: Cirlene da Silva Santos e Profa. Orientadora Vera Lúcia da Silva Almeida.
Título: O Processo de Gestão Escolar na Década da Educação e a Escolha dos Diretores em uma Escola Estadual em Manaus-am
Autores: Lindsay de Oliveira Mesquita Torres.
Título: Os Desafios Atuais da Formação de Professores
Autores: Sara Rozinda Martins Moura Sá Dos Passos e Victor Novicki.
Título: 10 Anos de Promulgação da Lei Nº 10639/03: Seus Reflexos em uma Comunidade Escolar da Periferia
Autores: Altair Caetano.
Título: A Comunicação Interna como Ferramenta Estratégica na Gestão de Instituições de Ensino Superior
Autores: Erika Marques de Almeida Lima Cavalcanti, Alexandre Santos, Teresinha Covas Lisboa.
Título: A ética e as Paixões na Sala de Aula: o Uso da Retórica como Instrumento Teórico- Metodológico de Ensino
Autores: Glauria Janaina Dos Santos.
Título: Algumas Contribuições da Psicanálise à Educação: Discussões Iniciais a Partir do Filme “freud Além da Alma”
Autores: Valéria Marques, Cecilia Raquel Satriano, Juliana Andrade de Abreu.
Título: Para o Professor o Declínio da Heteronomia nas Escolas Estimulou o Uso de Novas Tecnologias na Busca pela Excelência das Práticas Educativas ?
Autores: Jorge Eduardo Monteiro de Andrade.
Título: Portfólio nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Autores: Carolina Leal, Helenice Maia.
Título: Reflexões sobre Possíveis Significados para Frações
Autores: Marilia Rios de Paula.
Título: Apcmd: Alternativas de Produção de Conhecimento nas Mídias Digitais
Autores: Jardel Augusto Dutra da Silva Lemos.
Título: DOS GÊNEROS DO DISCURSO AOS GÊNEROS DIGITAIS: LETRAMENTO E TECNOLOGIA
Autores: Luciane Teixeira da Silva.
Título: Imaginário Tecnológico de Professores: Possíveis Influências para a Mediação Tecnológica
Autores: Luciana Santos.
Título: O Impacto do Papel do Professor - Mediador de Tecnologia nas Escolas Públicas
Autores: Patrícia Tré, Wagner Marques.
Título: Vrm: a Videodança como Recurso Metodológico
Autores: Luiz Thomaz Sarmento e Jardel Augusto Lemos.
Título: As Cartas das Princesas Isabel e Leopoldina Revelam como Ocorria a Educação de Mulheres Governantes no Brasil Oitocentista
Autores: Jaqueline Vieira de Aguiar.
Título: De Geração em Geração, a Força da Educação na Escola Normal do Auxiliadora de Campos/rj:1937-1961.
Autores: Ivone Goulart Lopes.
Título: Evolução/involução do Ensino Agrícola no Brasil: um Estudo de Caso sobre a Matriz Curricular no Ceia (centro de Ensino Integrado Agroecológico Barão de Langsdorff)- Antigo Colégio Agrícola de Magé.
Autores: Ivolanda Magali Rodrigues Das Silva-(gemae-faeterj Paracambi e Feuduc); Rafael Vieira - (gemae-faeterj Paracambi e Dceex-itr/ufrrj).
Título: Maria Laura Mouzinho Leite Lopes
Autores: Pedro Carlos Pereira.
Título: Utilização da Análise Multivariada de Dados na Avaliação da Imagem de uma Instituição de Ensino Superior
Autores: Fernando de Sousa Santana.
POSTERES:
Título: Caminhos e (dês)caminhos da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva no Município de São Gonçalo
Autores: Geni de Oliveira Lima.
Título: As Universidades como Formadoras do Ambiente Favorável a Criatividade nas Corporações
Autores: Fabio Gonzaga Correa, Ronaldo Sales Abranches.
Título: Dos Saberes da Formação Aos Saberes da Prática: Representações Sociais dos Professores Formadores de Curso de Pedagogia
Autores: Rennata Paolla J.p. Reis.
Título: Refletindo e Agindo em Educação: Relato e Análise de uma Experiência Educativa na Graduação
Autores: Adriana do Carmo Correa Fontes e Denise Rugani TÖpke.
Título: Serviço de Orientação Educacional
Autores: Rosana de Almeida Cunha.
Título: Trajetória Institucional do Colégio Técnico da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro: Setenta Anos de História
Autores: Ronaldo Mendes Pamplona.
ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DOM BOSCO – AEDB:
Sra. Maria Sylvia Simon Esteves – Presidente.
FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DOM BOSCO – AEDB:
Prof. Antonio Carlos Simon Esteves.
COORDENAÇÃO DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO – CPGE:
Profa. Silvia Maria Simon Esteves Mariotti - Coordenadora.
Comissão Organizadora:
Prof.ª Ms. Sueli Sardinha Guedes - Coordenação Geral,
Prof.ª Ms. Alice Kulina Simon Esteves,
Prof.ª Ms. Angela Maria da Silva Campos,
Prof.ª Ms. Érica Fernandes Costa Duarte,
Prof. Ms. Luiz Sérgio Sarahyba,
Prof. Ms. Pedro Aldo Rabanal Ramirez,
Profa. Célia Cristina Peres de Oliveira,
Adm. Julia Beatriz Matos Simon Esteves.
Comissão Científica:
Prof.ª Dr.ª Nilza Magalhães Macário (AEDB) – Presidente,
Prof.ª Dr.ª Bertha de Borja Reis do Valle (UERJ),
Prof.ª Dr.ª Mara Regina Lemes de Sordi (UNICAMP),
Prof.ª Dr.ª Maria Cristina Tavares de M. Danelon (AEDB),
Prof.ª Dr.ª Mirian Paura Sabrosa Zippin Grinspun (UERJ),
Prof. Dr. Pedro Paulo de Souza (AEDB),
Prof.ª Dr.ª Valéria Marques de Oliveira (UFRRJ),
Profa.ª Drta. Vera Lúcia da Silva Almeida (AEDB / UNISO).
Secretária Geral:
Camila Alves de Souza.
Estagiária da Coordenação de Educação:
Stefany Cunha Pereira de Souza.
Relações Públicas:
Ocimar da Silva.
Assessoria de Imprensa:
Virgínia Calaes.
Obs. Imagens do arquivo do blog e outras gentilmente cedidas por Ocimar Silva/AEDB.
VER TAMBÉM
PROGRAMA DE EXTENSÃO AEDB:
O Centro de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão (CPGE), fundado em 1998, é um órgão que compõe a estrutura organizacional da Associação Educacional Dom Bosco (AEDB), subordina-se hierarquicamente à sua presidência e caracteriza-se por executar as suas atividades em nível intermediário.
De acordo com seu Regimento (1998, cap. II art. 3º) tem, entre outras, as seguintes atribuições:
1 - Estabelecer princípios, normas e processos para o desenvolvimento de programas de Pesquisa Científica, de Pós-Graduação e de extensão da AEDB, em todos os seus desdobramentos, iniciando pela formação de uma mentalidade investigativa, passando pela produção metódica do conhecimento e a sua consequente divulgação;
2 - Planejar, coordenar e controlar a execução de todas as atividades de pesquisa científica, de pós-graduação e de extensão junto às Faculdades componentes da AEDB;
3 - Promover a articulação entre as Unidades de Ensino da AEDB e a sua Direção, assim como promover a interação entre pesquisadores, alunos e a comunidade circundante;
4 - Buscar externamente apoio para o financiamento de projetos de Pesquisa de Pós-Graduação e de extensão, por meio de Convênios, Acordos e Contratos, fazendo o gerenciamento dos mesmos de forma adequada aos objetivos da Mantenedora;
5 - Propor outras atividades de produção de saber, de forma metódica e organizada na AEDB.
6 - Promover, planejar e implementar a pesquisa, o ensino e extensão em nível de pós-graduação no âmbito da AEDB.
A Extensão é a forma de atualização prática sobre temas que venham alavancar a performance do profissional em qualquer área que ele se veja envolvido: educação, tecnologia, ciências... Intimamente ligada à Universidade, com carga horária adequada à especialização de que precisa, com o reconhecimento acadêmico indispensável, constituindo rico indicativo no Currículum profissional. Hoje, nas empresas e na prestação de serviços, o diferencial está na diversidade das habilidades e na capacidade e frequência da formação continuada do profissional.
CURSOS:
EXCEL 2007 BÁSICO:
Início do Curso: 2º semestre – 2013.
Duração: 40 horas, aos sábados, das 08h30 às 12h30.
Objetivos: organizar informações numéricas e fazer cálculos, utilização das principais ferramentas do aplicativo.
Público Alvo: todos interessados em utilizar o Excel.
Ministrantes/Responsáveis: Prof. Coord. Gabriel Pitágoras S.Breener – Jean Franco Pizarro Gonçalves – Analista de TI.
Coordenação Geral: Profª Sílvia Maria Simon Esteves Mariotti.
Coordenação de Extensão: Prof. José Monteiro Filho. ***
GESTÃO EM SAÚDE:
Início do Curso: 2º semestre 2013.
Duração: 40 horas – aos sábados, de 08h00 às 12h00.
Objetivo: capacitar pessoas para atuarem em instituições de saúde.
Conteúdo básico: modelos de gestão, planejamento estratégico em instituições de saúde, gestão de serviços, gestão de recursos físicos e financeiros, gestão de pessoas, excelência em gestão e qualidade.
Público alvo: Administradores, gestores públicos, gestores de RH, profissionais de saúde, de qualquer ênfase profissional.
Ministrante responsável: Gustavo Adolf Fichter – Economista, Espacialista em Gestão em Saúde pela Fundação Oswaldo Cruz, RJ.
Coordenação Geral: Profª Sílvia Maria Simon Esteves Mariotti
Coordenação de Extensão: Prof. José Monteiro Filho.
GESTÃO PREVIDENCIÁRIA:
Início do Curso: 2º semestre 2013 - agosto.
Duração: 16 horas - aulas aos sábados.
Objetivo: treinar profissionais e estudantes para o desempenho de atividades voltadas à gestão pública de pessoal e de Regimes Próprios de Previdência Social – RPPS.
Conteúdo Básico: 1. Gestão Administrativa; 1. Gestão Financeira; 3. Direito Previdenciário
Público Alvo: Servidores Públicos, Administradores, Economistas, Gestores de RH, Gestores Públicos, Ciências Contábeis e do Direito.
Ministrantes/Responsáveis: Alex de Araújo Pimenta – Esp. Direito Público, Procurador Público, Advogado e Professor: José Marcos Godinho Vieira – Esp. Gestão de Cidades,
Administrador, Professor.
Coordenação Geral: Profª Sílvia Maria Simon Esteves Mariotti -
Coordenação de Extensão: Prof. José Monteiro Filho.***
RECRUTAMENTO E SELEÇÃO PELA COMPETÊNCIA:
Início do Curso : 2º semestre 2013.
Duração: 20 horas – aos sábados – de 08h00 às 12h00.
Objetivo: apresentação de ferramentas atualizadas na área de recrutamento e seleção, com enfoque na competência do candidato. Análise de competências organizacionais e funcionais...
Conteúdo básico: Mercado de Trabalho e exigências atuais. Seleção por competências. Gestão por competência. Processos de seleção por competências...
Público Alvo: Profissionais de RH, Gestores de Pessoas, Administradores, Pedagogos...
Ministrante/Responsável: Mônica Rocha Matos Ferrari de Andrade – Psicóloga, MBA Recursos Humanos.
Coordenação Geral: Profª Sílvia Maria Simon Esteves Mariotti -
Coordenação de Extensão: Prof. José Monteiro Filho.
BULLING NA ESCOLA:
Início do Curso : 2º semestre 2013.
Duração: 16 horas – aos sábados – de 08h00 às 12h00.
Objetivos e conteúdos: fornecer uma visão panorâmica da evolução histórica do fenômeno bullying no âmbito escolar, definir o termo e tipos, identificar os envolvidos, identificar características de assédio nos diversos ambientes, as conseqüências do bullying, estudos de casos, aspectos legais...
Público Alvo: Profissionais da Educação... Pessoal que trabalhe com adolescentes, professores, assistentes sociais em geral...
Ministrante/Responsável: Mônica Rocha Matos Ferrari de Andrade – Psicóloga, MBA Recursos Humanos.
Coordenação Geral: Profª Sílvia Maria Simon Esteves Mariotti -
Coordenação de Extensão: Prof. José Monteiro Filho.
REPORTAGENS EM TV E RÁDIO:
Início do Curso : 2º semestre 2013.
Duração: 24 horas – aos sábados – de 08h00 às 14h00.
Objetivo: ampliar conhecimentos para os comunicadores, e despertar interesses pela profissão no setor da comunicação.
Conteúdo básico: os passos para se obter uma boa reportagem; as qualidades exigidas ao entrevistador e repórter, as técnicas para a elaboração dos textos...
Público Alvo: Profissionais da comunicação em geral, jovens e estudantes de Comunicação.
Ministrantes Responsáveis: Adriano Lizarelli Paes – Jornalista, repórter, editor Luís Cláudio Hermógenes Ramos – Professor, Jornalista, Comunicador.
Coordenação Geral: Profª Sílvia Maria Simon Esteves Mariotti
Coordenação de Extensão: Prof. José Monteiro Filho
VIOLÊNCIA DOMÉSTICA NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA:
Início do Curso : 2º semestre 2013.
Duração: 16 horas – aos sábados – de 08h00 às 12h00.
Objetivo: abordar a violência doméstica na infância/adolescência, especificando a conceituação do fenômeno, diagnóstico e intervenções, possibilitando aos profissionais e estudantes que atuam na área, suporte prático-científico para exercerem com eficiência o ofício de defensores da criança.
Conteúdo básico: Trajetória histórica da Infância: como eram tratadas as crianças e os adolescentes? O que é VDCA? Modalidades. Tipos de violências: física, sexual, psicológica, fatal... Estratégias de intervenção: judiciais, médicas, sociais, terapêuticas... Relatos de experiências...
Público Alvo: Profissionais da Educação, da Saúde, da Justiça, Serviço Social, Psicologia, Segurança Pública...
Ministrante/Responsável: Mônica Rocha Matos Ferrari de Andrade – Psicóloga, MBA Recursos Humanos.
Coordenação Geral: Profª Sílvia Maria Simon Esteves Mariotti -
Coordenação de Extensão: Prof. José Monteiro Filho.
Profª Silvia Maria Simon Esteves Mariotti-
Coordenadora do CPGE.
Acesso para informações de novos cursos e datas em http://www.aedb.br/cpge/
Portal http://www.aedb.br/
Produção de Roteiros: Seis Passos Para Um Roteiro.
Índice:
1. Introdução:
Ninguém ensina ninguém a escrever. Nem roteiros, nem textos para Internet, nem literatura, nem nada que exija criatividade e talento. O primeiro passo para quem quer escrever, seja lá o que for, é certificar-se de que leva algum jeito pra isso. Para escrever é preciso gostar das palavras, adorar a língua-pátria, amar escrever.
Se o candidato a escritor não for um gênio, pode superar as dificuldades com esforço e determinação. Mas se faltar talento e criatividade, aí não tem remédio!
Depois da descoberta do talento surgem as primeiras dúvidas: O Que, Como e Onde escrever. O Que escrever? Roteiros? Textos para a Internet? Ou Literatura?
Como escrever um roteiro para Teatro, para Cinema ou para Televisão? Um texto para a Web? Ou uma Crônica, um Conto, uma Poesia?
Onde escrever? Para mídia eletrônica, impressa ou digital?
Antes de começar a aprender, é preciso conhecer formatos, veículos e eleger um foco. Para redigir matérias jornalísticas ou peças publicitárias, o melhor caminho é cursar uma faculdade de comunicação. Mas não há faculdade de Escritores. Não há escolas que ensinem a arte da ficção.
A proposta deste trabalho é disponibilizar algumas ferramentas para o autor que está começando, ajudando-o a escolher O Que, Como e Onde escrever e servir como um guia para as pessoas que têm talento e vontade para escrever roteiros.
2. Definições:
"Eu comparo o roteirista a uma mãe de aluguel. Seu trabalho é conceber, gerar, parir e depois entregar o bebê para o diretor criar. O roteiro, quanto não é filmado, não vale nada e, depois de filmado, também não vale nada. É a peça literária menos lida e de vida mais curta, mesmo assim, sua importância é fundamental na produção de um filme". (Walter Webb).
"Eu criei um gráfico que pretende mapear as emoções do filme. É uma tentativa de tornar consciente o que passa despercebido para o roteirista. Afinal, o que queremos provocar no espectador? Um filme é pura emoção e vai deixar uma impressão neste espectador. Não se trata de um método científico, mas essa visão por dentro da ação dá mais segurança à direção e ao casting." (Anna Muylaert).
"O Roteiro é uma peça informativa que deve se limitar a fornecer dados para a equipe que vai trabalhar no filme e criar a partir desse texto. Roteiro não é produto final, é uma espécie de molde no qual você aplica uma resina, retira o produto e o molde permanece lá. Um bom roteiro é uma peça de transição, não deve ter ambições literárias, nem de direção". (Marçal Aquino).
"O Roteiro é a forma escrita de qualquer audiovisual. É uma forma literária efêmera, pois só existe durante o tempo que leva para ser convertido em um produto audiovisual. No entanto, sem material escrito não se pode dizer nada, por isso um bom roteiro não é garantia de um bom filme, mas sem um roteiro não existe um bom filme". (Doc Comparato).
"Roteiro é uma história contada em imagens, diálogo e descrição, dentro do contexto de uma estrutura dramática". (Syd Field).
"Escrever um Roteiro é muito mais do que escrever, é escrever de outra maneira: Com olhares e silêncios, com movimentos e imobilidades, com conjuntos complexos de imagens e de sons que podem possuir mil relações entre si..." (Jean-Claude Carrière).
"Roteiro é o desenvolvimento de um enredo, dentro de uma técnica determinada. O roteiro não é apenas uma arte, mas uma arte base ou uma arte básica. Em outras palavras, o roteiro é a base do cinema, do teatro e da novela / minissérie televisiva. É a planta do edifício de toda arte cênica". (Murilo Dias César).
"Roteiro é uma peça literária na qual o autor só tem um recurso: a descrição. E ela precisa ser compreendida por toda a equipe de produção. Pra todo mundo entender, não pode haver metáforas. Portanto, o bom roteirista não é necessariamente um bom escritor, mas aquele que sabe traduzir, com racionalidade e clareza, o seu pensamento visual". (Fernando Bonassi).
3. Considerações Gerais:
Considerações Gerais sobre o Roteiro:
1. Mídias e Veículos:
Para determinar o formato do audiovisual e do roteiro, é preciso definir para qual mídia ou veículo o projeto se destina: Teatro, Cinema, Televisão, Vídeo, CD ROM, DVD, Internet, Eventos, etc.
2. Teatro:
Para escrever roteiros para qualquer mídia é preciso conhecer os fundamentos do Teatro que é o pai das artes cênicas.
Há três aspectos fundamentais na arte do Teatro:
Conflito- Não há ação dramática sem conflito, mesmo que seja a total ausência de conflitos;
Sonoridade- A força de uma narrativa dramática está na sonoridade do texto expressa nas falas, nos diálogos, na locução, etc;
Estética- As imagens precisam ser criadas e visualizadas através de um conceito estético que harmonize formas, cores e movimentos, causando impacto visual no espectador.
3. Diferenças de Linguagem:
O Teatro é a arte do Diálogo.
O Cinema é a arte da Imagem.
A Televisão é um misto entre os dois. Novelas e seriados pendem mais para o teatro (diálogos) e as minisséries, para o cinema (imagens).
Já a Internet é a arte da Interatividade.
4. Formatos do Roteiro:
O modelo e a diagramação do roteiro variam conforme a mídia a que ele se destina. Existem padrões para cada tipo de roteiro.
Cada mídia exige informações preliminares adequadas à sua linguagem:
Teatro- Época, Local, Cenário, Personagens, Observações. Eventualmente pode-se incluir a Story Line e a Sinopse da peça;
Cinema - Época, Local, Locações, Personagens (principais, secundários, periféricos, extras e figurantes), Apresentador, Locutor ou Narrador. Pode-se incluir observações sobre a Trilha Sonora, Iluminação, dados referentes à produção, a story line e a sinopse do filme;
Televisão - Época, Local, Ambientação, Personagens (principais, secundários, periféricos, extras e figurantes), Escaletas;
Empresariais- Cliente, Formato, Duração, Público-alvo, Cenário, Personagens, apresentador ou locutor; Trilha, Observações, etc.
5. Ferramentas do Roteiro:
Teatro - O roteiro de teatro é composto por Diálogos, que são as falas das personagens, ao vivo ou em off e por Rubricas [vide tópico 13] que descrevem o que acontece em cena e os estados emocionais das personagens. Há ainda as indicações de sons, efeitos, trilha sonora, e efeitos de iluminação, que podem ocorrer em ocasiões específicas;
Cinema - O roteiro de Cinema é formado pela descrição das Imagens, ou seja, tudo aquilo que se vê na tela, inclusive letreiros; e Áudio, tudo aquilo que se ouve no filme, as falas das personagens, apresentador ou locutor, efeitos de som e trilha;
Televisão - O roteiro de Televisão também é composto por descrição de Imagens e de Áudio;
Internet - Em um roteiro interativo, além da descrição de Imagem e Áudio, há a Programação, que descreve as possibilidades de navegação dentro do programa.
6. Divisão do Roteiro:
Toda a ação dramática se divide em Cenas, no entanto um roteiro não precisa ser dividido cena a cena. O roteiro para teatro é dividido em Atos. Em cinema, o formato mais comum é o Seqüenciado (dividido em seqüências). Em televisão, o roteiro divide-se em blocos por causa dos intervalos comerciais, que se subdividem em seqüências. Em vídeo, normalmente, o roteiro é dividido em Blocos por assunto, que se subdividem em seqüências. Em roteiros para mídia digital, a divisão ocorre através de um menu com assuntos opcionais.
Em cinema e televisão, a forma mais usada para dividir as seqüências é a mudança de ambientação, ou seja, muda a locação da filmagem, muda a cena. No teatro, as cenas mudam com a entrada e saída de personagens.
7. Formato do Audiovisual:
O programa pode ser Ficcional ou Não-Ficcional e os formatos variam de acordo com a mídia a que se destina o projeto.
Cinema - Documentário, Longa-metragem, Curta-metragem, etc;
Televisão - Telenovela, Seriado, Minissérie, Documentário, etc;
Vídeos Empresariais - Comerciais, Institucionais, Treinamento e Produtos;
Eventos - Shows, Convenções, Inaugurações, etc.
Mídia Interativa - Comerciais, Informativos, etc.
8. Gêneros do Roteiro:
Além do formato (Ficcional ou Não-Ficcional ) o roteiro pode ser classificado quanto ao gênero:
Aventura - Western, Ação, Mistério, Policial, Guerra, Musical;
Comédia - Romântica, Musical, Infanto-Juvenil;
Crime - Psicológico, Ação, Social, Policial;
Suspense - Terror, Mistério;
Romance - Amor, Melodrama;
Drama - Romântico, Biográfico, Social, Musical, Comédia, Ação, Religioso, Psicológico, Histórico;
Ficção Científica - Futurista, Imaginário;
Outros - Tragédia, Farsa, Animação, Histórico, Séries, Mudo, Erótico, Documentário, Semidocumentário, Infanto-Juvenil, Educativo, Eventos, Empresarial ; etc.
9. Localização no Tempo e no Espaço:
Logo no início do roteiro deve-se definir onde e quando a ação transcorre.
Época - Localizar a história no Tempo - Quando;
Local - Localizar a história no Espaço - Onde.
10. Perfil das Personagens:
A personagem é um ser humano imaginário. Para compor personalidades consistentes, vivas e interessantes é preciso refletir sobre seu caráter e formação. O autor pode valer-se de suas próprias vivências e lembranças, e pesquisar sobre os dados atribuídos à personagem.
Uma ferramenta para dar corpo a elas é elaborar uma ficha contendo alguns dados como: Sexo, Tipo físico, Idade, Nacionalidade, Quando e Onde vive ou viveu, Classe Social, Raça, Saúde, Escolaridade e nível cultural, Profissão, Família, Hobbies, Hábitos, Fatos do Passado, Relacionamentos afetivos, Sexualidade, Religião, Filosofia e ideologia política, Situação financeira e patrimônio, Aspectos psicológicos, Vícios e desvios de conduta, etc.
11. Estrutura Clássica:
Embora existam diversas variáveis, a Estrutura clássica de fragmentação de um roteiro é conhecida como Ternário:
Preparação - Surge o conflito;
Desenvolvimento - Crise;
Desenlace - Resolução.
12. Rubricas e Indicações:
Esta é a parte mais importante para a audiodescrição!
As Rubricas e Indicações podem aparecer na área destinada ao áudio e entre as Imagens também. Elas devem ser claras, diretas e objetivas para que todos os profissionais da equipe de produção possam entender aquilo que o autor quer dizer. E devem ser criativas também, para que o diretor e os atores captem o clima e a densidade da ação.
Há dois tipos de Rubrica:
Rubricas de Ação - descrevem o que acontece em cena;
Rubricas de Tonalidade - descrevem os estados emocionais das personagens e o tom dos diálogos e falas.
As rubricas devem ser usadas com parcimônia com o objetivo exclusivo de descrever, de forma sucinta, o que acontece em cena e em que tom as personagens expressam suas falas. Ao exagerar no uso de indicações, o roteirista estará invadindo o espaço criativo do diretor e do elenco.
13. Movimentos de Câmera:
Para escrever para Cinema, Televisão e Vídeo, o roteirista deve conhecer os Planos de Filmagem e os Movimentos de Câmera, mas não cabe a ele definir os planos de cada cena. No primeiro roteiro ou roteiro literário, alguns movimentos poderão ser sugeridos ou descritos nas cenas-chave da ação ou para dar idéia do clima de uma seqüência. Mas caberá ao diretor e à equipe de produção, definir cada Movimento de Câmera no Roteiro Final ou Roteiro Técnico. Ao se exceder na descrição dos planos de cada seqüência, o roteirista estará invadindo o campo de ação do diretor e da equipe de produção.
4. Seis passos para o roteiro:
Primeiro Passo: Desenvolver uma Idéia.
Todo roteiro - assim como toda obra literária e toda obra de arte - começa sempre a partir de uma Idéia. Idéias valem ouro!
A criatividade pode ser alimentada pela observação e interpretação da realidade, muita leitura, pesquisa, vivências do autor, brainstorms com amigos e parceiros, etc. O importante é que cada um desenvolva seu próprio processo criativo, como por exemplo, métodos de relaxamento ou rituais simples para instigar a imaginação e despertar a intuição. No entanto, a transpiração é tão importante quanto a inspiração.
Segundo o dramaturgo Doc Comparato "Escrever um roteiro é como se tivéssemos uma câmera atrás do olho e ainda mais, pois a câmera tem maior acuidade visual do que o olho e isso a aproxima da imaginação".
Segundo Passo: Determinar uma Story Line.
Definir o Conflito (O que).
Traduzir a Idéia em um Conflito essencial e condensar este Conflito em palavras. O Conflito é a matéria prima da dramaturgia e pode confrontar diversas forças. Por exemplo: O ser humano contra outros seres humanos, o ser humano contra as forças da natureza, o ser humano contra ele mesmo, etc. Todo o bom roteiro tem um conflito essencial e pode ser resumido em uma única frase.
Terceiro Passo: Criar uma Sinopse (ou Argumento).
Definir as Personagens (Quem).
Determinar quem viverá o Conflito básico e definir o Perfil das Personagens. Uma ferramenta interessante para a criação de personagens consistentes é criar uma ficha, contendo informações diversas sobre cada uma delas, como por exemplo, seus dados, seus hábitos e costumes, religião, situação financeira, dados biográficos, perfil psicológico, crenças religiosas, filosóficas, etc.
Além das personagens, a Sinopse deve definir a localização da ação, em que época ela acontece e descrever o decurso da Ação Dramática, a estrutura da ação, descrita no próximo passo.
Quarto Passo: Elaborar uma Estrutura (ou Escaleta).
Organizar uma Ação Dramática (Como).
Definir de que maneira as personagens viverão o Conflito, ou seja, de que forma a história será contada. Para isso é importante definir o Plot da ação, ou seja, a parte central da Ação Dramática, a espinha dorsal do roteiro.
A Estrutura é a divisão da Sinopse em partes e a forma, ou seja, como a trama vai evoluir até o desfecho. Uma estrutura clássica é conhecida como Ternário (divide-se em três partes). Na Estrutura é preciso definir também o Formato do audiovisual. Para tanto, o primeiro passo é determinar a mídia ou o veículo para o qual se destina o roteiro e depois, fixar o Formato de acordo com a mídia alvo.
Quinto Passo: Elaborar o Pré-Roteiro (ou Roteiro Literário).
Incluir os Diálogos (falas ou locução) que são o fator determinante do Tempo Dramático das cenas ou seqüências. Definir as palavras que serão usadas pelas personagens que viverão o Conflito.
As Rubricas (ou indicações) devem acompanhar as falas descrevendo o estado de ânimo ou atitudes das personagens para orientar o diretor e os atores com relação ao clima de cada fala e de cada cena.
Os principais aspectos para a criação dos diálogos são a coerência e o conteúdo das falas, e a maneira como se fala.
No pré-roteiro, a narrativa, que até aqui é vista como um todo, será dividida em cenas, ou seqüências. Cada cena deve estar integrada ao todo e o desenrolar das cenas deve ter um Ritmo que resulte num tempo ideal. A harmonia do Ritmo determinará a harmonia do conjunto da obra. O Pré-roteiro é também a fase de fazer Leituras Dramáticas do texto, fazer revisões, ouvir feedbacks, refletir sobre o texto e reescrever as cenas e seqüências quantas vezes isso for preciso.
Sexto Passo: Participar do Roteiro Final (ou Roteiro Técnico).
Manejar as cenas e criar uma Unidade Dramática para o audiovisual.
O roteiro final é um trabalho de equipe que requer a interação do roteirista com o diretor, a equipe de produção e até com o elenco. É hora de corrigir imperfeições e trabalhar as imagens mais a fundo, incluindo os Movimentos de Câmera e Planos de Filmagem. Aqui também serão incluídos a Iluminação, a Trilha Sonora, o Elenco e outros detalhes de produção. Ao final deste trabalho o roteiro deve estar pronto para ser gravado.
Doc Comparato acredita que "Compete ao diretor e à sua equipe, converter o roteiro literário em roteiro técnico... Elaborar o roteiro final significa converter o Primeiro Roteiro - um texto - em uma ferramenta de trabalho que será entregue à equipe de produção para ser traduzida em imagens e sons".
Outras informações sobre audiodescrição:
• Produção de Roteiros: Introdução
• Produção de Roteiros: Considerações Gerais
• Produção de roteiros: Definições.
ORIGEM WWB - WebWrittersBrasil.
FONTE Blog da Audiodescrição. Acesso em http://www.blogdaaudiodescricao.com.br/2010/07/producao-de-roteiros-seis-passos-para.html
Blog da Audiodescrição: Inscrições abertas para mostra de curtas em Campinas.
Estão abertas até o dia 15 de setembro as inscrições de trabalhos para a 7ª Mostra Curta Audiovisual de Campinas, que vai reunir filmes em curta-metragem de todos os gêneros. Podem participar produções com até 25 minutos de duração (incluindo créditos de abertura e encerramento) que tenham sido finalizadas de janeiro de 2011 em diante, não exibidas em outras edições da mostra.
Esta é a primeira edição da mostra em que as inscrições serão inteiramente online, no site www.mostracurta.art.br, onde se encontra também o regulamento, com a parceria do http://beta.envia.la/.
A Mostra Curta Audiovisual é iniciativa de uma comissão de Produtores Culturais Independentes, em parceria com o Museu da Imagem e do Som de Campinas, Ideia Coletiva e SESC Campinas, que apoia o evento, que acontece de 14 a 21 de novembro, na cidade de Campinas, com uma programação gratuita, composta por sessões de curtas- metragens, palestras e oficinas práticas de produção audiovisual.
"Esta iniciativa objetiva estimular a produção audiovisual na região, divulgar o cinema nacional de curta-metragem, promover o intercâmbio entre realizadores das diferentes regiões do país, além de trazer ao público local workshops e palestras, integrando os interessados na área", informa a diretora da Mostra Mari Atauri. Por isso mesmo, explica, "a Mostra não tem caráter competitivo, mas prevê a participação do público para avaliar as obras, gerando uma lista com os 10 filmes eleitos pelo júri popular".
Cada sessão da Mostra será batizada com o nome de algum antigo cinema de Campinas e as exibições dos trabalhos são montadas prezando pela multiplicidade de gêneros, linguagens e durações. Em paralelo a essas sessões, a Mostra realiza sessões especiais, como a dedicada ao público infanto-juvenil (Cineminha), Sessão na Praça, sessões com recursos de acessibilidade (Audiodescrição, Libras) e sessões com convidados.
Fonte Blog da Audiodescrição. Acesso em http://www.blogdaaudiodescricao.com.br/2013/09/mostra-curta-metragem-campinas.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+BlogDaAudiodescricao+%28Blog+da+Audiodescri%C3%A7%C3%A3o%29
A audiodescrição no ambiente escolar. >>> Por: Bruna Chaves e Thalita Bianchini - Grupo de Pesquisa Matav - Unesp Bauru.
A audiodescrição começa a engatinhar no Brasil. Mesmo com o decreto da obrigatoriedade de, no mínimo, quatro horas semanais de conteúdo audiodescrito nas emissoras de sinal aberto, a medida ainda não é o bastante para a real inclusão dos deficientes visuais à sociedade. Apesar de a programação televisiva auxiliar no crescimento da acessibilidade, não podemos esquecer que há outro lugar onde esse recurso é ainda mais importante e essencial para o desenvolvimento do ser humano: o ambiente escolar.
Nas salas de aula, essa ferramenta, que facilitaria o aprendizado de deficientes visuais, é extremamente necessária, porém pouco usual. O audiodescritor da empresa Tagarellas Audiodescrição, Felipe Mianes, em Audiodescrição Ainda Está Longe das Escolas, afirmou que : "A audiodescrição é muito importante no processo de educação do aluno e não há esta formação nas grades curriculares das graduações de licenciatura". Portanto, o profissional interessado em trabalhar na área teria que procurar cursos de extensão para se especializar no tema. A escassez desses profissionais limita a produção de materiais audiodescritos e contribui para o encarecimento desses serviços, fazendo com que os investimentos na área sejam insuficientes.
É preciso voltar os olhares para a produção de materiais pedagógicos para crianças e adolescentes portadores de deficiência visual em idade escolar. Com a ajuda da tecnologia, as ilustrações dos livros, os gráficos, mapas, fotografias e desenhos podem ser narrados, ajudando a expandir o conhecimento dos alunos. Isso proporciona uma maior integração do aluno com deficiência visual dentro da sala de aula e dá fluência ao ritmo escolar, igualando o nível de todos os alunos, portadores e não portadores de deficiência. É o que diz a doutora em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem, Lívia Maria Villela de Mello Motta: "O uso da audiodescrição na escola permite a equiparação de oportunidades, o acesso ao mundo das imagens e a eliminação de barreiras comunicacionais". Ela atua na área de formação de professores, com foco na formação de audiodescritores.
Acesso em
http://www.blogdaaudiodescricao.com.br/2013/09/audiodescricao-no-ambiente-escolar.html
Encontro de Dirigentes e Coordenadores de Ensino Médio e Profissional.
Rio de Janeiro - 18 de setembro de 2013 - quarta-feira.
Público - alvo:
Diretores, Coordenadores, Secretários e Professores de instituições públicas e privadas que atuam no ensino médio e na educação profissional de nível médio. Equipes de Secretarias de Educação dos Estados, DF e Municípios.
Objetivos:
Orientar dirigentes, técnicos e educadores de instituições de ensino públicas e privadas, dirigentes de Secretarias de Educação, profissionais ligados à área educacional e estudiosos quanto às normas de funcionamento dos cursos de educação média e profissional.
Informações: Tel: (21) 3905-0964 - instituto@ipae.com.br
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Curso Arquitetura da Informação: muito além do fluxograma.
Oferecer ao aluno os requisitos necessários para raciocinar a estrutura de um site, baseando-se nas palavras de ordem da "Arquitetura da Informação.
***
Conteúdo Programático:
•O que é Arquitetura da Informação: perguntas mais frequentes
•O que um usuário odeia em um website
•O que um usuário adora em um website
•Missão da Arquitetura da Informação
•Tipos de usuário na Arquitetura da Informação
•Como pensar a Arquitetura da Informação
•Palavras de ordem da Arquitetura da Informação ◦Organização (com exercício)
◦Navegação (com exercício)
◦Nomeação (com exercício)
◦Busca (com exercício)
•Análise de sites e portais – bons e maus exemplos.
Público-alvo:
Profissionais de diversas áreas que lidam ou desejar lidar com textos para internet ou intranets.
Carga Horária:
O curso é dividido em seis partes que prefazem 9 horas/aula de aprendizado.
Sobre o professor:
Bruno Rodrigues é Consultor de Comunicação e Marketing Digital para a Petrobras desde 1997, responsável por projetos de Comunicação e Marketing Digital voltados para o público interno. Produziu o padrão brasileiro de redação online, 'Padrões Brasil e-Gov: Cartilha de Redação Web', para o Governo Eletrônico (e-Gov) e foi autor do primeiro livro em português e terceiro no mundo sobre conteúdo online, 'Webwriting - Pensando o texto para mídia digital', publicado pela editora Futura em 2000 (duas edições esgotadas), e de sua continuação, 'Webwriting - Redação & Informação para a web', lançada pela editora Brasport em 2006 [nova edição em 2013]. Bruno também elaborou o 'Manual de Redação na Web' para o governo de São Paulo e criou a Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Marketing Digital das Faculdades Integradas Hélio Alonso (2007).
http://pro.imasters.com.br/distancia/cursos/arquitetura-da-informacao-muito-alem-do-fluxograma/
VIII Simpósio Nacional de Direito Civil - CEU-IICS Escola de Direito.
VIII Simpósio Nacional de Direito Civil: O Código Civil no 10º Ano de Vigência - Impacto nas Relações Contratuais, Empresariais e de Consumo.
Temas abordados:
º Ética, Sociabilidade e Operabilidade – Da Teoria à Prática
º Função Social do Contrato – Da Teoria à Prática nos Tribunais
º Interpretação do Código Civil: Efeitos Práticos de 10 anos de Enunciados do Centro de Estudos Judiciários em face dos Contratos e do Direito Obrigacional
º O Direito Comercial, o Direito do Consumidor e o Direito Civil: Autonomia ou Interdependência?
º O Impacto das Decisões da Suprema Corte na Vida Privada – Liberdade de Contratar e a Responsabilidade pelos Atos Civis.
Coordenação Acadêmica:
*Rosa Maria Barreto Borriello de Andrade Nery
**Antônio Jorge Pereira Júnior
***Rodrigo Fernandes Rebouças
****Rodrigo de Lima Vaz Sampaio.
Coordenação Executiva:
Ana Claudia Karam Abdallah dos Santos.
Rodrigo Fernandes Rebouças.
Informações Gerais:
Data: 27 de setembro de 2013 (sexta-feira), das 8h30 às 18h30.
Local: Rua Martiniano de Carvalho, 573 - Bela Vista - São Paulo/SP.
Estacionamento no local. Acesso pela Rua Santa Madalena, 75.
Informações sobre investimento no site www.iics.edu.br -
CEU-IICS Escola de Direito:
Rua Martiniano de Carvalho, 573 - São Paulo, SP. Estacionamento no local pela lateral, à Rua Santa Madalena, 75.
Fone: + 55 (11) 3177-8300.
facebook.com/direitoiics
Outras informações pelo site www.iics.edu.br
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
O Centro de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão (CPGE), fundado em 1998, é um órgão que compõe a estrutura organizacional da Associação Educacional Dom Bosco (AEDB), subordina-se hierarquicamente à sua presidência e caracteriza-se por executar as suas atividades em nível intermediário.
De acordo com seu Regimento (1998, cap. II art. 3º) tem, entre outras, as seguintes atribuições:
1 - Estabelecer princípios, normas e processos para o desenvolvimento de programas de Pesquisa Científica, de Pós-Graduação e de extensão da AEDB, em todos os seus desdobramentos, iniciando pela formação de uma mentalidade investigativa, passando pela produção metódica do conhecimento e a sua consequente divulgação;
2 - Planejar, coordenar e controlar a execução de todas as atividades de pesquisa científica, de pós-graduação e de extensão junto às Faculdades componentes da AEDB;
3 - Promover a articulação entre as Unidades de Ensino da AEDB e a sua Direção, assim como promover a interação entre pesquisadores, alunos e a comunidade circundante;
4 - Buscar externamente apoio para o financiamento de projetos de Pesquisa de Pós-Graduação e de extensão, por meio de Convênios, Acordos e Contratos, fazendo o gerenciamento dos mesmos de forma adequada aos objetivos da Mantenedora;
5 - Propor outras atividades de produção de saber, de forma metódica e organizada na AEDB.
6 - Promover, planejar e implementar a pesquisa, o ensino e extensão em nível de pós-graduação no âmbito da AEDB.
PROGRAMA DE EXTENSÃO:
A Extensão é a forma de atualização prática sobre temas que venham alavancar a performance do profissional em qualquer área que ele se veja envolvido: educação, tecnologia, ciências... Intimamente ligada à Universidade, com carga horária adequada à especialização de que precisa, com o reconhecimento acadêmico indispensável, constituindo rico indicativo no Currículum profissional. Hoje, nas empresas e na prestação de serviços, o diferencial está na diversidade das habilidades e na capacidade e frequência da formação continuada do profissional.
CURSOS:
EXCEL 2007 BÁSICO:
Início do Curso: 2º semestre – 2013.
Duração: 40 horas, aos sábados, das 08h30 às 12h30.
Objetivos: organizar informações numéricas e fazer cálculos, utilização das principais ferramentas do aplicativo.
Público Alvo: todos interessados em utilizar o Excel.
Ministrantes/Responsáveis: Prof. Coord. Gabriel Pitágoras S.Breener – Jean Franco Pizarro Gonçalves – Analista de TI.
Coordenação Geral: Profª Sílvia Maria Simon Esteves Mariotti.
Coordenação de Extensão: Prof. José Monteiro Filho. ***
GESTÃO EM SAÚDE:
Início do Curso: 2º semestre 2013.
Duração: 40 horas – aos sábados, de 08h00 às 12h00.
Objetivo: capacitar pessoas para atuarem em instituições de saúde.
Conteúdo básico: modelos de gestão, planejamento estratégico em instituições de saúde, gestão de serviços, gestão de recursos físicos e financeiros, gestão de pessoas, excelência em gestão e qualidade.
Público alvo: Administradores, gestores públicos, gestores de RH, profissionais de saúde, de qualquer ênfase profissional.
Ministrante responsável: Gustavo Adolf Fichter – Economista, Espacialista em Gestão em Saúde pela Fundação Oswaldo Cruz, RJ.
Coordenação Geral: Profª Sílvia Maria Simon Esteves Mariotti
Coordenação de Extensão: Prof. José Monteiro Filho.
GESTÃO PREVIDENCIÁRIA:
Início do Curso: 2º semestre 2013 - agosto.
Duração: 16 horas - aulas aos sábados.
Objetivo: treinar profissionais e estudantes para o desempenho de atividades voltadas à gestão pública de pessoal e de Regimes Próprios de Previdência Social – RPPS.
Conteúdo Básico: 1. Gestão Administrativa; 1. Gestão Financeira; 3. Direito Previdenciário
Público Alvo: Servidores Públicos, Administradores, Economistas, Gestores de RH, Gestores Públicos, Ciências Contábeis e do Direito.
Ministrantes/Responsáveis: Alex de Araújo Pimenta – Esp. Direito Público, Procurador Público, Advogado e Professor: José Marcos Godinho Vieira – Esp. Gestão de Cidades,
Administrador, Professor.
Coordenação Geral: Profª Sílvia Maria Simon Esteves Mariotti -
Coordenação de Extensão: Prof. José Monteiro Filho.***
RECRUTAMENTO E SELEÇÃO PELA COMPETÊNCIA:
Início do Curso : 2º semestre 2013.
Duração: 20 horas – aos sábados – de 08h00 às 12h00.
Objetivo: apresentação de ferramentas atualizadas na área de recrutamento e seleção, com enfoque na competência do candidato. Análise de competências organizacionais e funcionais...
Conteúdo básico: Mercado de Trabalho e exigências atuais. Seleção por competências. Gestão por competência. Processos de seleção por competências...
Público Alvo: Profissionais de RH, Gestores de Pessoas, Administradores, Pedagogos...
Ministrante/Responsável: Mônica Rocha Matos Ferrari de Andrade – Psicóloga, MBA Recursos Humanos.
Coordenação Geral: Profª Sílvia Maria Simon Esteves Mariotti -
Coordenação de Extensão: Prof. José Monteiro Filho.
BULLING NA ESCOLA:
Início do Curso : 2º semestre 2013.
Duração: 16 horas – aos sábados – de 08h00 às 12h00.
Objetivos e conteúdos: fornecer uma visão panorâmica da evolução histórica do fenômeno bullying no âmbito escolar, definir o termo e tipos, identificar os envolvidos, identificar características de assédio nos diversos ambientes, as conseqüências do bullying, estudos de casos, aspectos legais...
Público Alvo: Profissionais da Educação... Pessoal que trabalhe com adolescentes, professores, assistentes sociais em geral...
Ministrante/Responsável: Mônica Rocha Matos Ferrari de Andrade – Psicóloga, MBA Recursos Humanos.
Coordenação Geral: Profª Sílvia Maria Simon Esteves Mariotti -
Coordenação de Extensão: Prof. José Monteiro Filho.
REPORTAGENS EM TV E RÁDIO:
Início do Curso : 2º semestre 2013.
Duração: 24 horas – aos sábados – de 08h00 às 14h00.
Objetivo: ampliar conhecimentos para os comunicadores, e despertar interesses pela profissão no setor da comunicação.
Conteúdo básico: os passos para se obter uma boa reportagem; as qualidades exigidas ao entrevistador e repórter, as técnicas para a elaboração dos textos...
Público Alvo: Profissionais da comunicação em geral, jovens e estudantes de Comunicação.
Ministrantes Responsáveis: Adriano Lizarelli Paes – Jornalista, repórter, editor Luís Cláudio Hermógenes Ramos – Professor, Jornalista, Comunicador.
Coordenação Geral: Profª Sílvia Maria Simon Esteves Mariotti
Coordenação de Extensão: Prof. José Monteiro Filho
VIOLÊNCIA DOMÉSTICA NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA:
Início do Curso : 2º semestre 2013.
Duração: 16 horas – aos sábados – de 08h00 às 12h00.
Objetivo: abordar a violência doméstica na infância/adolescência, especificando a conceituação do fenômeno, diagnóstico e intervenções, possibilitando aos profissionais e estudantes que atuam na área, suporte prático-científico para exercerem com eficiência o ofício de defensores da criança.
Conteúdo básico: Trajetória histórica da Infância: como eram tratadas as crianças e os adolescentes? O que é VDCA? Modalidades. Tipos de violências: física, sexual, psicológica, fatal... Estratégias de intervenção: judiciais, médicas, sociais, terapêuticas... Relatos de experiências...
Público Alvo: Profissionais da Educação, da Saúde, da Justiça, Serviço Social, Psicologia, Segurança Pública...
Ministrante/Responsável: Mônica Rocha Matos Ferrari de Andrade – Psicóloga, MBA Recursos Humanos.
Coordenação Geral: Profª Sílvia Maria Simon Esteves Mariotti -
Coordenação de Extensão: Prof. José Monteiro Filho.
Profª Silvia Maria Simon Esteves Mariotti-
Coordenadora do CPGE.
Acesso para informações de novos cursos e datas em http://www.aedb.br/cpge/
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Encontro sobre o pensamento de D.W. Winnicott.
O ENCONTRO:
Diferente de um congresso, jornada, fórum... chamamos de encontro os nossos re-encontros anuais sobre o pensamento de D.W. Winnicott, porque temos a alegria de encontrar os colegas pessoalmente e discutir ideias científicas ou não sobre os mais variados temas. Encontrar-se vem do desejo de estarmos juntos de forma auto-sustentável, colaborativa e independente.
O TEMA:
O Brincar e a Realidade, além de ser título de uma importante obra de Winnicott (Playing and Reality, 1971) a qual, como ele mesmo refere, “constitui um desenvolvimento do artigo ‘Objetos Transicionais e Fenômenos Transicionais (1951)”, que é uma das suas mais significativas contribuições ao corpus de conhecimento psicanalítico. O Brincar e a Realidade tornou-se tema de nosso próximo Encontro Brasileiro para podermos fazer um grande seminário a partir desta escrita, de outras e da nossa. Vamos brincar nessa realidade!
Homenageados:
Neste ano teremos como participantes homenageadas, as colegas: Eloisa Valler Celeri (SP), Luiza Moura (RS), Suely Duek (RJ) e Vera Marieta Fischer (PR).
Comissão Organizadora:
*José Outeiral (in memoriam)
*Adriana Mendonça
*Ana Luiza Guedes
*Beatriz Borges Fortes
*Cleon Cerezer
*Denise Souza
*Jairo Treiguer
*Juliana Fischer
*Luiza Moura
*Lisie Treiguer
*Márcia Liane Zart
*Michele Melo Reghelin
*Stela Marys dos Santos.
PROGRAMAÇÃO:
A programação científica ocorrerá das 15h do dia 03/10 as 21h do dia 05/10/2013.
Mesa de Abertura: HOMENAGEM A JOSÉ OUTEIRAL
Componentes: Saul Peña (Peru), Raquel Goldstein (Argentina – a confirmar), Guillermo Carvajal (Colômbia), Julio de Mello (Brasil), José Outeiral (Brasil), Leonor Valenti (Argentina).
Componentes: Saul Peña (Peru), Guillermo Carvajal (Colômbia), Raquel Goldstein - a confirmar, Leonor Valenti (Argentina) e Julio de Mello, Anna Melgaço, Cleon Cerezer, Sueli Hisada, Luiza Moura (Brasil).
Segunda Conferência:
2- “Viver criando: a trama entre a mente, os vínculos e a realidade”
Conferencista: Sônia Abadi (Argentina).
Terceira Conferência:
3- “O brincar como possibilidade do ser”
Conferencista: Henrique Honigsztejn (RJ).
Mesas Redondas:
1- O brincar e a realidade do menino Donald – vinhetas biográficas
Sueli Hisada (SP) , Alba Dezan (DF) , Mariana Mussoi (RS).
2- O valor da ilusão nos processos de maturação
José Guedes (RJ), Luis Guilherme Buchianeri (SP) , Marisa Bortoletto (SP).
3- O brincar e a realidade de Van Gogh, Dalí e Picasso
Adriana Mendonça (RS), Denise M. Souza (RS),Tânia Feital (RJ).
4- A arte no corpo: identidade e dor
Anna Melgaço (RJ), Nilce Badaró (SP), Ana Dilger (PR).
5- O traumático, a realidade e a fantasia na história da psicanálise
Celso Halperin (RS) , Sandra Báccara (DF) , Maria Vitória Mamede Maia (PR).
6- O brincar, o limite e o espaço no setting
Márcia Zart (RS), Márcia Mendes (MS) , Carlos Títolo (Argentina).
7- O valor da realidade no desenvolvimento emocional
Saul Peña (Peru), João Amaral (CE), Fernanda Real Dotto(RS).
8 - O brincar e a realidade de Shakespeare, Goethe e Cervantes
Michele Reghelin (RS), Henrique Honigsztjn (RJ), JúlioCampos (RS).
9 - O brincar e a realidade em Ogden, Bollas e Green
Luis Petrucci (RS), Luisa Rizzo (RS), Cesar Antunes (RS).
10- Guerras: o traumático e o humano
Suely Duék (RJ), Soraya Hack (RS), Ivonise Motta (SP).
11- Confiar, regredir e brincar
Rita Gabriades (SP), Leonor Valenti (Argentina), Michele Scheffel Schneider (RS).
12-Cinema e psicanálise: realidade e ilusão
Reinaldo Lobo (SP), Antônio Jacinto (SP), Pedro Salem (RJ).
13- O analista que brinca
Lisie Treiguer (RS), Beatriz Borges Fortes (RS), Cristina Auge (SP).
14-O brincar e o espelho de Machado de Assis, Guimarães Rosa e Clarice Lispector
Berenice Lamas (RS), Lúcio Boechat (RS), Margarete Schiavinatto (SP).
15- O brincar e a memória, o tempo e a realidade
Theobaldo Thomaz (RS), Yoshiaki Ohki (SP), Silvia Lobo (SP).
16-O brincar “and the play”
Ana Leão (PR), David Levisky (SP), Patrícia Viegas (RS).
17-O brincar como técnica através da história da psicanálise
Marcírio Machado (RS), Inúbia Duarte, Nadja Barbosa Pinheiro (PR)
18- Realidade virtual: indivíduos sós e conectados
Cleon Cerezer (RS), Arthur Molina (SP), Guillermo Carvajal (Colômbia).
19- Objeto autista, objeto fetiche e objeto transicional
Jairo Treiguer (RS), Eloisa Valler (SP), Nahman Armony (RS).
20-Homenagem a Sàndor Ferenczi: 80 anos sem Ferenczi, 140 anos com Ferenczi
Luiza Moura (RS), Ana Lila Lejarraga (RJ).
Minicursos>>>
1. PATOLOGIAS CONTEMPORÂNEAS: WINNICOTT E GREEN
(03/10/2013 – quinta - 15h).
Ministrante: JOSÉ OUTEIRAL (RS), Médico, psicanalista, membro da Sociedade Psicanalítica de Pelotas, membro titular da IPA, Membro da Comissão Editorial da RABISCO Revista de Psicanálise, autor de vários livros e artigos em Psicanálise, (www.joseouteiral.com.br).
Conteúdo: Os textos de Sigmund Freud sobre os grupos e a cultura, após os anos vinte, especialmente “O Mal-Estar na Civilização” (1930-1936), aportam contribuições importantes para a compreensão do ser humano e o ambiente onde vivemos. Autores que desenvolveram o pensamento freudiano, dentre eles Donald Winnicott e André Green, são fundamentais para a clínica contemporânea. O objetivo desse minicurso e apresentar e discutir algumas ideias fundamentais desse autores.
Público: Participantes inscritos no VIII Encontro.
Carga Horária: 3 horas. Vagas: 80.
2. AVALIAÇÃO DO RISCO DE SUICÍDIO NA ADOLESCÊNCIA CONSIDERANDO AS CONTRIBUIÇÕES DE WINNICOTT
(03/10/2013 - quinta - 15h).
Ministrante: ENIO RESMINI (RS) Médico-Psiquiatra - autor do livro “Tentativa de suicídio: Um prisma para a compreensão da adolescência.”
Conteúdo: Quando o adolescente pretende tirar a vida de seu corpo ele nos informa que a morte do seu psiquismo está ameaçada ou já ocorreu. As ideias e tentativas frustradas de suicídio revelam que existe esperança de um cuidado que salve e impeça antes de tudo a desintegração do self. O corpo por ser considerado mau pode ser alvo de ataque na tentativa de preservar o self percebido como imortal. Pretende-se avaliar as relações da agressão, do sentimento de culpa e da negação da morte corporal com os fatores de risco ao suicídio. As rupturas de vínculos e o estado alucinatório delirante induzido por substâncias químicas também enfraquecem os laços entre mente e corpo, acentuando a regressão e a negação.
Público: Participantes inscritos no VIII Encontro.
Carga Horária: 3 horas. Vagas: 40.
3. OFICINA DE HISTÓRIAS EM PSICOTERAPIA
(04/10/2013 – sexta - 13h30m).
Ministrante: Profa. Dra. SUELI HISADA (SP) - CRP 06/24061 Doutorado em Psicologia Clinica(USP); Mestre em Psicologia Clínica (PUC), Especialização em psicoterapia psicanalítica (SEDES); Docente no Sedes; Psicoterapeuta de crianças e adultos; autora de 5 livros em Psicanálise.
Conteúdo: O minicurso visa o estudo de histórias como recurso transicional para facilitar o processo de comunicação principalmente nos momentos de resistência e propiciar maior contato com aspectos do self, fundamentado na teoria de Winnicott. A primeira parte será sobre o uso das histórias: como se escolhe, os efeitos e limitações. Em seguida desenvolveremos uma oficina de criação de histórias integrando os aspectos teóricos de forma bastante prática.
Público: Psicólogos, Pedagogos, Assistentes-Sociais, Educadores, Profissionais da saúde.
Carga horária: 3 horas. Vagas: 30.
4. VIVER CRIATIVO - DESENVOLVIMENTOS E EXPANSÕES
(04/10/2013 – sexta - 13h30m).
Ministrantes:
ADRIANA MENDONÇA (RS) – psicóloga clínica, psicanalista membro efetivo do CEPdePA (Centro de Estudos Psicanalíticos de Porto Alegre) e Membro da Comissão Editorial da Rabisco Revista de Psicanálise.
DENISE SOUZA - (RS) – psicóloga clínica, psicanalista membro pleno do CEPdePA e Membro da Comissão Editorial da Rabisco Revista de Psicanálise.
Conteúdo: A vida e a obra de grandes criadores demonstra que o processo criativo é embasado no potencial inato, no núcleo rítmico, na ilusão onipotente e na agressividade primária, conceitos de Winnicott e Honigsztejn que desenvolvem um pensar diferenciado sobre a criatividade - ser, estar e o fazer - mais além da sublimação freudiana e da reparação kleiniana. Partindo destas ideias, este minicurso abordará a criatividade humana como possível equivalente do instinto de vida, da versão adulta do brincar, que permite em nosso cotidiano um viver criativo pleno de realizações. O objetivo também é o conhecimento das particularidades do processo criativo que possibilitam a expansão dos recursos da clínica psicanalítica atual.
Público: : Psicólogos, Pedagogos, Assistentes-Sociais, Educadores, Profissionais da saúde.
Carga Horária: 3 horas. Vagas: 25.
5. BRINCAR: O TEMPO E A REALIDADE
(04/10/2013 – sexta - 13h30m).
Ministrantes:
CLEON CEREZER (RS) - Psicoterapeuta Psicanalítico, Psicólogo Escolar e Educacional, Membro da Comissão Editorial da RABISCO Revista de Psicanálise, autor de livros e artigos em Psicanálise, www.cleoncerezer.com.
Profa. Dra. TÂNIA RAMOS FORTUNA (RS) - Professora de Psicologia da Educação FACED-UFRGS, Coord. Geral Programa de Extensão Universitária "Quem quer brincar?" www.ufrgs.br/faced/extensao/brincar, autora de livros e artigos em Educação e Psicanálise.
Conteúdo: Tendo como pressuposto o entendimento do brincar como uma área intermediária, sucedânea do espaço potencial no qual se desenvolvem os “fenômenos transicionais” (Winnicott, 1975), a proposta desse minicurso é trabalhar conceitos de: ludicidade; espaço potencial; fantasia e realidade; brincar e pensar; imaginação criadora e o viver criativo; a linguagem do jogo e o jogo como linguagem, função simbólica, formação das imagens mentais e semiótica do brincar; a mediação da brincadeira e a mãe suficientemente boa/professor suficientemente bom; a temporalidade do brincar e a experiência cultural humana; as formas contemporâneas de brincar e os brinquedos e jogos virtuais. A justificativa para estudar tais temas decorre do importante papel que a brincadeira e o jogo tem para o desenvolvimento humano, pois proporcionam experiências de integração pessoal fundamentais para vida.
Público: Psicólogos, Pedagogos, Assistentes-Sociais, Educadores, Profissionais da saúde.
Carga Horária: 3 horas. Vagas: 60.
6. ASPECTOS DA PRÁTICA CLÍNICA A PARTIR DO PENSAMENTO DE WINNICOTT - (04/10/2013 – sexta - 13h30m).
Ministrante: JOSÉ CARLOS GUEDES (RJ) – Psicanalista, Membro Efetivo do Círculo Psicanalítico do Rio de Janeiro.
Conteúdo: Promoveremos reflexões e debates de diferentes aspectos da nossa prática clínica, a partir da compreensão de D. W.Winnicott. Procuraremos propiciar a criação de um espaço potencial, para que cada membro do grupo possa exercer a sua criatividade, nesse “brincar compartilhado”. Ou seja, tentar possibilitar que cada participante encontre seu estilo próprio de ser terapeuta. Utilizaremos referências teóricas de Winnicott para o exercício da clínica. Usaremos como apoio, fragmentos dos textos: “Minha Experiência Analítica com Fairbairn e Winnicott” (Harry Guntrip)/”Os Pequenos Lilases Brancos Acolhidos por Winnicott” (Marcia Zart)/”Regressão à Dependência e Necessidade de Adaptação do Analista” (José Carlos Guedes).
Público: Participantes inscritos no VIII Encontro.
Carga Horária: 3 horas. Vagas: 20.
7. A Brincadeira na Clínica da Infância:
Ministrante: JAIRO TREIGUER (RS) – Psicólogo, Especialista na Clínica Psicanalítica de Crianças, Adolescentes, Adultos e de Famílias; Membro da Comissão Editorial da Rabisco Revista de Psicanálise.
Conteúdo: Este minicurso tem por objetivo trazer para reflexão do grupo os motivos pelos quais as crianças brincam. Entender o que as impulsiona a brincar, e conhecer um pouco do histórico do reconhecimento da brincadeira como instrumento útil para acessar o mundo interno da criança dentro da história da Psicanalise.
Público: Participantes inscritos no VIII Encontro.
Carga Horária: 3 horas. Vagas: 20.
Informações
http://www.encontrobrasilwinnicott.com/
Mestrado Profissional em Teologia: inscrições até o dia 16/09.
Apresentação:
O Curso de Mestrado Profissional foi autorizado pela Comissão Técnica Consultiva (CTC) da CAPES, em 2002, e tem por objetivo formar candidatos que buscam aperfeiçoamento na reflexão e prática teológicas em seus campos específicos de atuação profissional, apresentando o mesmo nível de exigência e padrão de qualidade que o mestrado acadêmico da Faculdades EST.
A CAPES utiliza em seus textos normativos e na sua correspondência tanto o termo Mestrado Profissional quanto Mestrado Profissionalizante. Em seu site, ela informa: "'Mestrado Profissional' é a designação do Mestrado que enfatiza estudos e técnicas diretamente voltadas ao desempenho de um alto nível de qualificação profissional. Esta ênfase é a única diferença em relação ao acadêmico. Confere, pois, idênticos grau e prerrogativas, inclusive para o exercício da docência, e, como todo programa de pós-graduação stricto sensu, tem a validade nacional do diploma condicionada ao reconhecimento prévio do curso.
Linhas de Pesquisa:
*Mestrado Profissional – Educação Comunitária com Infância e Juventude (MPE)
**Mestrado Profissional em Teologia - Leitura e Ensino da Bíblia
***Mestrado Profissional em Teologia - Ética e Gestão
****Mestrado Profissional em Teologia - Dimensões do cuidado e práticas sociais.
Formas de ingresso:
Inscrições para o processo de seleção:
As inscrições deverão ser feitas pela internet, enviando os seguintes documentos via Sedex até o dia 15/09,ou entregando-os pessoalmente até o dia 16/09.
• Cópia do comprovante de residência
• Fotocópia autenticada de diploma de graduação ou documento equivalente
acompanhado do respectivo histórico escolar.(também autenticado)
• Fotocópia da carteira de identidade (RG)
• Fotocópia do CPF
• Duas fotos 3x4
Obs.: a carteira nacional de habilitação não pode substituir RG e CPF
• Curriculum vitae
• Recibo da taxa de inscrição
• Pré-projeto de Pesquisa (Formulário anexo)
• Prazo de encerramento para inscrição: 15 de setembro
• Taxa de inscrição: R$ 75,00.
Atenção: Recomendamos que pessoas interessadas se inscrevam o quanto antes,
pois, em caso de empate na nota obtida pelos/as candidatos/as no exame de seleção,
o critério de desempate será a ordem de inscrição.
Seleção de candidatos/as:
A seleção de candidatos/as ao Curso será realizada mediante as seguintes etapas:
a) Envio da documentação solicitada na ficha de inscrição. A falta da documentação solicitada implica na eliminação do/a candidato/a.
b) Envio de Pré-Projeto de Pesquisa, visando o trabalho de conclusão do curso (ver modelo em anexo, no final). (Nota de 0 a 10)
c) Prova de conhecimentos com o seguinte procedimento:
▪ A prova será realizada a distância e ocorrerá nos dias 5 e 6 de junho de 2013.
▪ Em cada dia, a prova será enviada às 8:00 horas da manhã com duas questões às/aos candidatas/os, via e- mail ou fax.
▪ O(A) candidato(a) responderá cada questão com um texto contendo de 500 a 600 palavras.
▪ O(A) candidato(a) remeterá sua resposta até às 22:00 horas do mesmo dia, igualmente via e-mail ou fax.
d) As questões das provas poderão ser respondidas com base em pesquisa bibliográfica e reflexão própria. As questões serão formuladas a partir da bibliografia
disponibilizada no site.
e) As provas serão avaliadas pelo corpo docente e cada uma receberá nota de 0 a 10.
f) A seleção dos candidatos será feita pela média aritmética das notas obtidas nos
itens “b” (Pré-Projeto de Pesquisa) e “c” (duas provas de conhecimentos).
Sobre a Faculdade EST:
A Faculdades EST é um importante centro de formação e pesquisa no Brasil e um dos mais conceituados da América Latina. Ela tem como objetivo geral promover a formação acadêmica e fomentar a pesquisa científica no campo das ciências humanas, sociais aplicadas, linguística, letras, artes e saúde. Visa à capacitação de profissionais qualificados para atuação nos diversos âmbitos sócio-culturais que demandem conhecimentos especializados nessas áreas.
A Faculdades EST é vinculada à Rede Sinodal de Educação e identificada com a IECLB (Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil). Nossa instituição pauta-se pelo diálogo intereclesial, inter-religioso e intercultural.
Ao oferecer cursos de graduação, pós-graduação, ensino profissionalizante e extensão, a Faculdades EST busca:
promover a formação de profissionais qualificados nas áreas das ciências humanas, sociais aplicadas, linguística, letras, artes e saúde;
promover a formação profissional, científica e a pesquisa nos níveis técnico, graduação e pós-graduação em suas áreas de atuação;
fomentar, por meio da extensão e da especialização, o aperfeiçoamento e a atualização em suas áreas de atuação;
promover a capacitação básica de pessoas e instituições para atuarem em comunidades religiosas, civis e em âmbito público através de formação suplementar em suas áreas de atuação;
fomentar a produção, a difusão e o intercâmbio científico, cultural e artístico.
Informações em http://www.est.edu.br/pos-graduacao/mestrado-profissional/apresentacao#sthash.l2ObRXDB.dpuf
I Simpósio Regional Sul da Associação Brasileira de História das Religiões - 17 a 19 de outubro de 2013.
Apresentação:
Uma das matrizes do processo de universalização das religiões monoteístas euro-asiáticas foi a constituição progressiva e complexa de uma concepção linear de tempo. O triunfo na fé monoteísta é o triunfo de uma fé sem espaço, o que acaba por ensinar outras concepções religiosas a convergir ao mesmo projeto. Entretanto, paradoxalmente, permaneceram, ao longo da história, as referências tensas a espaços especificamente considerados sagrados. O paradoxo dá conta de que não há tempo sem espaço. Entretanto, o discurso historicizante da fé monoteísta – inclusive apropriado por outras formas religiosas – avança mediante a homogeneização dos espaços e das temporalidades num processo similar ao discurso profanizante do secularismo: não há espaços nem tempos qualitativamente distintos. Porém, espaços densos, sobreviventes desta assepsia discursiva, estão estruturando discursos dissidentes. Novos conceitos procuram dar conta desta situação. Fala-se de contexto, região, margem, diáspora, exílio, lugar, adjacência, praça (cena) pública, fronteira, fluxo, etc. São experimentos teóricos que buscam captar a vitalidade da religião e da economia em seus multifacetados intercâmbios em tempos de recuo do historicismo moderno.
Diante deste contexto e desta motivação, a presente circular lança um convite para participação no I Simpósio Regional Sul da Associação Brasileira de História das Religiões, que será realizado na Faculdades EST, em São Leopoldo, RS, entre os dias 17 a 19 de outubro de 2013. Esta circular apresenta as principais informações sobre inscrição, apresentação de comunicação, principais prazos, taxas de inscrições, programação prévia, hotelaria e localização, além de informações atinentes à publicação dos textos completos.
Informações adicionais em http://www.est.edu.br/eventos/i-simposio-regional-sul-da-abhr/#sthash.A1LPlK8u.dpuf
domingo, 1 de setembro de 2013
Tecnologias assistivas e acessibilidade na área cultural.
A Seção Braille da Biblioteca Pública do Paraná convida para a palestra "Tecnologias assistivas e acessibilidade na área cultural", ministrada pelo historiador e Mestre em Mídias educacionais pela Universidade de Londres, professor Antonio Simão Neto, que atualmente mora em Genebra e presta consultoria em diversos projetos culturais.
Nesta palestra, o professor apresentará avanços tecnológicos recentes, a universalização do uso de recursos digitais, com redução de custos de hardware e de serviços, assim como recursos e práticas que possibilitam ações assistivas em museus, galerias, bibliotecas e espaços culturais.
O evento acontecerá dia 18/09/13, às 14h, no auditório Paul Garfunkel - 2º andar da Biblioteca Pública do Paraná, localizada na rua Cândido Lopes, 133 - Curitiba/Paraná.
Inscrições para emissão de certificados devem ser feitas com ao menos dois dias de antecedência pelo telefone 3221-4985, ou pelo e-mail cleomirasouza@bpp.pr.gov.br.
Fonte:Blog da Audiodescrição. Acesso em http://www.blogdaaudiodescricao.com.br/
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